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Olá caros leitores do Wall Street Institute Journal. Estamos de volta com nossas dicas para o bom uso do inglês e hoje em especial vamos tratar de um assunto que preocupa a muitos: O CASAMENTO. Complicado? Claro que não, desde que saibamos como falar a respeito do mesmo de forma correta.
Antes de tudo, vamos diferenciar duas coisas muito importantes: a festa de casamento ou a cerimônia e a instituição em si. Um é bem diferente do outro, não é mesmo? Porém, em português, não os diferenciamos com nomes distintos, mas sim utilizamos a palavra casamento para ambos. O mesmo não ocorre em inglês, onde chamamos a cerimônia de casamento de wedding ou wedding party (caso estejamos falando de uma festa). A instituição, ou seja, tudo o que vem depois da festa, celebração e afins é chamada de marriage. Então, seria incorreto dizer algo como: I`m going to a marriage tomorrow . Mas sim: I´m going to a wedding tomorrow. O que tentamos expressar aqui é a idéia de que eu irei a um casamento amanhã, porém de forma incorreta (no primeiro exemplo) devido ao uso da palavra marriage ao invés de wedding.
Outro erro muito comum ao falarmos sobre casamento é o uso incorreto do verbo TO MARRY (casar). Ouvimos constantemente pessoas falando coisas como: I´m married with Pamela (Eu sou casado com a Pamela). Neste caso o erro cometido refere-se ao uso de uma preposição inadequada após o verbo “married”. Embora em inglês "com" seja igual a "with", dizemos I`m married to e não I`m Married with para expressarmos a idéia de que somos casados com alguém. Bem, não estamos aqui para resolver problemas conjugais, mas ao menos agora podemos falar sobre eles com a certeza de estarmos usando as palavras certas. Um grande abraço a todos e até a próxima.
Quantas vezes você se deparou com alguém dizendo que cansou de tentar aprender o verbo to be? Ou que ficou frustrado com a língua inglesa, pois não domina o uso deste verbo, apesar de terem lhe "ensinado" isso desde o ensino fundamental? Certo dia, cheguei até a ouvir uma piada: "Eu já aprendi o verbo to be. Quer ver? Eu tchubo, tu tchóbes, ele tchóbe, nós tchobimos."... Então o que é realmente aprender o incompreendido e amaldiçoado verbo to be? Ou melhor, o que é o verbo to be?
A primeira dificuldade: como um verbo pode significar ser ou estar, afinal ser feliz e estar feliz não são bem diferentes? Temos que entender que, para aprender não só essa mas qualquer outra palavra, precisamos de uma frase, diálogo ou situação em inglês.
Então se você ler as frases: "I'm a secretary", "You are 25 years old", "he is happy now but isn't always
happy" por exemplo, e focar no sentido, vai aprender o dito verbo quase por osmose. Lembre-se também que a famosa tabela com a conjugação do verbo to be sozinha não fará com que você aprenda a utilizá-lo, só vai te trazer dor de cabeça para tentar memorizá-lo. Aprender todas as formas possíveis de utilização deste verbo é algo que requer muitos anos de prática.
Portanto, mantenha sempre o foco na fluência da comunicação, em contato constante com o idioma, de uma maneira descontraída e sem recorrer à tradução. Assim você vai assimilar os verbos naturalmente e, quando menos perceber, terá expandido seu vocabulário de uma forma mais instintiva e prazerosa.
As gírias usadas no escritório são uma nova forma de vocabulário criada por pessoas normais para os itens e situações diárias do trabalho. A maioria consiste na união de significados de palavras fáceis, inspiradas pela cultura popular ao redor do mundo. Dê uma olhada no vocabulário abaixo para sobreviver num escritório moderno.
Hoje em dia, muito se diz sobre a necessidade de constante aperfeiçoamento em prol do desenvolvimento profissional. Sobretudo, é preciso considerar que a tarefa de gerenciamento e desenvolvimento dos recursos humanos (human resources management and improvement) não apenas aquilata habilidades profissionais, mas precisa primeiro suprir falhas na formação do profissional (flaws in the professional's background). A tal ponto se agrava este problema que a atividade de head hunting (a busca pelos melhores talentos) é complementada pelo coaching, atividade que pretende orientar o profissional em relação a seus objetivos, aos da empresa e à sua capacidade de team work (trabalho em equipe).
Diversos social clubs, aulas diferenciadas do Wall Street Institute que simulam “real life situations”, espelham business meetings and job interviews (respectivamente: reuniões de negócios e entrevistas de emprego) e são amostragens do coaching. O site www.internationalcoachingcommunity.com acrescenta muitas informações sobre esta atividade que visa a orientação profissional especializada, com especial destaque para o corporate coaching. Não apenas pessoas, mas também empresas revêem filosofias de atuação e modelos de desenvolvimento, um processo fundamental para o sucesso.
Devido a crescente necessidade de compreensão imediata das informações que recebemos em inglês, sobretudo via e-mail, somos impulsionados a usar algumas ferramentas de tradução que, na verdade, causam mais confusão do que compreensão.
Quando optamos pela tradução, precisamos entender que este é um processo muito mais complexo do que a comunicação em uma língua estrangeira. Para traduzir é necessário fazer uma versão completa e adaptar o texto considerando a cultura, o nível de formalidade, a ordem das palavras e das frases, a inexistência de algumas expressões, as palavras que são usadas no mesmo contexto, as preposições, os sinônimos, o duplo sentido, as palavras diferentes com mesma forma escrita etc etc etc.
Portanto, resista à tentação de recorrer ao método mais fácil, de utilizar o tradutor online e tente entender o sentido através dos ótimos dicionários online disponíveis (Oxford, Cambridge, Longman, Merriam-Websters etc). Acredite que esta forma vai poupá-lo de muitos constrangimentos por tradução incorreta.
Alguns exemplos podem ser hilários, para não dizer trágicos:
His wife got so mad at him that she kicked the bucket!
Chutar o balde, em inglês, significa bater as botas (morrer) em português...
Since when is he graduated in Psychology?
“since when?!” (desde quando?!) tem um tom ofensivo de dúvida em relação ao que foi dito. Devemos dizer How long neste caso.
How many years do you have?Este soa como “ quantas orelhas (ears) você tem” e não "Quantos anos você tem?" que seria: "How old are you?" Se você responder mais de duas... you are a monster!
Portanto nunca traduza expressões idiomáticas (idioms) ao "pé da letra" (literally).
Pessoas que falam em inglês como o famoso “seu Creysson” são muito comuns. As razões para esse fato são muitas. Aprender a falar corretamente não é uma tarefa tão simples e, ao mesmo tempo, tornou-se uma “obrigação”. Falar um segundo idioma é cada vez mais valorizado pelas empresas e opções de escolas não faltam. Qual delas escolher? E a dedicação para o aprendizado? Ir à escola não será o suficiente. Será preciso mais do que isso. Para que uma pessoa aprenda um idioma é necessário praticar. Ela deve estar em contato com a língua o máximo possível. Quanto mais ela praticar, mais rapidamente irá aprender. Vá a aula! Participe! Quanto maior o contato, maior o aprendizado. Para os tímidos, segue um conselho: percam a timidez e mergulhem nessa aventura!