É uma satisfação encontrá-lo na sexta edição do WSI Journal! Nessa edição, leia e confira:
See you in our next edition!
Conforme prometi na última edição do Wall Street Institute Journal, voltamos a abordar a utilização do verbo TO REMEMBER.
Já sabemos que utilizamos este verbo quando falamos a respeito de coisas das quais nos lembramos, tais como eventos no passado, ou para fazer referência a tarefas das quais não podemos nos esquecer. Podemos por exemplo afirmar: I couldn´t remember to fix the roof (Não consegui me lembrar de consertar o telhado). Devemos ficar atentos quando vamos pedir a outros que nos lembrem de fazer algo. Neste caso não devemos em hipótese alguma fazer uso do verbo to remember, mas sim de to remind. Este verbo é utilizado sempre que quisermos que alguém nos lembre de algo.
Tomemos como exemplo: Can you remind me, please? Neste caso estamos perguntando se alguém pode nos lembrar de algo. Can you remind me = Você pode me lembrar? E então se perguntássemos: Can you remember me? Neste caso estaríamos perguntando a alguém se esta mesma pessoa se lembra de nós. “Can you remind me?” pode ser utilizado quando precisamos que alguém nos lembre de enviar um relatório ou de fazer um telefonema importante. “Can you remember me?” deve ser utilizado quando queremos nos certificar de que alguém se lembra de nós em uma festa ou reunião. Ambas as expressões são de extrema importância quando queremos nos expressar em inglês corretamente, basta que saibamos utilizá-las corretamente. Um grande abraço a todos e até a próxima edição.
Quantas vezes, inclusive em nossa primeira língua, quando estávamos aprendendo a falar, dissemos “eu sabo”, “eu fazi” etc? Essas associações são, na verdade, uma forma natural e inteligente de aprender gramática.
No entanto, também devemos entender que um idioma não se faz simplesmente por um conjunto de regras gramaticais e nem tampouco é predominantemente uma questão lógica, exata. Quando compreendemos que uma língua é fruto do modo como as pessoas falam e que a forma "correta" se adapta e evolui conforme o uso frequente e atual de seus falantes, entendemos que só a exposição contínua e contextualizada pode desfazer mal-entendidos como: study hard or hardly study.
Mas, afinal, qual é a diferença entre as frases acima? Vamos entender: qual é a diferença entre slow, quiet e calm e slowly, quietly e calmly?
O primeiro grupo de palavras pode ser usado como descrição (adjetivo) de pessoas, objetos, animais
e fatos. Exemplo: That CAR is very slow (Aquele CARRO é muito devagar). O segundo grupo significa o modo como algo é feito e intensifica os verbos. Exemplo: That man DRIVES very slowly. (Aquele homem DIRIGE muito devagar). Porém isso não acontece com todos os adjetivos:
His computer is FAST.
He types FAST.
You wrote the WRONG word.
Don't spell her name WRONG.
I must work hard. (Preciso trabalhar duro/muito)
I hardly work on Saturdays. (Eu dificilmente trabalho aos sábados).
Agora você entendeu o trocadilho do título?
Well, I hope you study hard to understand English correctly and speak English fast and fluently.
A língua é dinâmica; a mesma língua pode mudar com o tempo, entre gerações e principalmente entre regiões e paises. Nós usamos o termo “gíria” para descrever as diferenças regionais de vocabulário. A atual Copa do mundo de futebol está acontecendo na África do Sul. Confira algumas palavras que podem ajudar visitantes a se comunicar com o povo local.
Quem já frequentou um curso sobre administração de empresas percebe a importância no universo de trabalho que uma pessoa com capacidade para apresentar soluções inovadoras tem. Product management, human resources issues e team management aparecem constantemente no vocabulário do mundo negocial e nas portas dos escritórios. O meio empresarial atribui suma importância a quem exerce liderança (leadership) e a quem se mostra capaz de gerenciamento (management) de qualquer espécie. Os dias atuais são epítome da ultra-especialização de trabalho: em outras palavras, ser gerente de qualquer tipo hoje envolve a indispensável habilidade de apresentar idéias inovadoras e passíveis de aperfeiçoamento, aptas a serem postas em prática.
Como se desenvolve esta habilidade?
Dos diversos caminhos possíveis, é possível, e isto se faz com frequencia nas aulas de business no Wall Street Institute, aprender com os business cases. Nos sites das universidades estrangeiras como a de Harvard (www.hbs.edu), encontram-se setores especializados em apresentar estes casos, em que os problemas das empresas não são fictícios. Vem do mundo real, espelham situações próprias do ambiente corporativo e visam preparar alunos da graduação e pós-graduados para melhor enfrentar dilemas e conflitos. Os business cases provam-se muito úteis e são sempre acolhidos com grande interesse.
Atualmente, muitos são os métodos, recursos e estilos de aprendizagem para que se alcance fluência em um idioma. No entanto, independente da forma de aprendizado, tenha em mente que há uma base primordial da qual todas as outras habilidades são complementares. Listening é esta base essencial.
O fato é que todos os alunos são conscientes dessa importância. É evidente que, sem ouvir, somos incapazes de falar. No entanto, há diversos detalhes que tornam a audição uma habilidade imprescindível.
Ao ouvirmos atentamente um diálogo, estamos assimilando natural e instintivamente não só pronúncia, compreensão oral, entonação, mas também gramática e vocabulário da melhor foma possível (em um contexto) e também estamos construindo a base para uma boa fluência, que é o objetivo
principal e o maior desafio para a maioria dos alunos.
Entretanto, somente ouvir não é o suficiente para compreensão oral ou para a melhoria daqueles que já falam inglês há algum tempo com alguns erros. É necessário que se ouça com extrema atenção, pois há sons inexistentes na língua portuguesa e não estamos habituados a reconhecer algumas diferenças minúsculas de pronúncia em inglês que possuem significados totalmente opostos.
Então faça uso de todos os recursos existentes para ouvir em inglês (recursos da escola, livros e revistas com Cds, audiobooks, filmes, músicas etc). Sempre tenha em mente que aprender um idioma sem ouví-lo constantemente é como construir uma casa pelo teto, ou seja, uma forma oposta ao método natural com a qual você aprendeu sua primeira língua.
Além de gerenciar sua carreira, Jay-Z já deixou bem claro para o mundo todo o grande empresário que é.
O rapper criou sua própria gravadora e foi CEO de outra maior; desenvolveu sua marca de roupas e acessórios para homens, mulheres e crianças, a Rocawear, da qual vendeu os direitos por $204 milhões depois. Mr. Jay também não ficou fora da diversão noturna: é sócio do 40\40 Club, que começou em New York e depois abriu filiais em Altantic City e Chicago tendo ainda como planos futuros novos clubes em outros países como Japão. E não é só isso, Jay é co-diretor de marca da Budweiser Select colaborando com estratégias de marketing e desenvolvimento criativo. Ainda dirige programas e propagandas que aparecem na rádio, TV, eventos etc.
No esporte não poderia ser diferente: Jay-Z é sócio do time da NBA New Jersey Nets,com o qual tem um lucro de mais ou menos 4 milhões de dólares. E não para por aí. J foi apontado como um dos homens e rappers mais bem sucedidos e pagos do mundo. Outro investimento do cantor foi um hotel, o J Hotels.
Como ser assim? Jay-Z disse em uma entrevista que suas marcas e negócios são uma extensão dele, tudo está ligado a ele e não é como administrar os negócios de alguém onde não tem apego emocional. Será esse o segredo?
Este episódio fez com que, imediata e urgentemente, eu procurasse e me matriculasse em uma escola de inglês, em um curso intensivo, pois a partir dali teria que interagir diariamente com colegas na Alemanha e Estados Unidos.
Consultei diversas escolas e vários fatores me influenciaram positivamente a escolher o Wall Street Institute como o local mais adequado para evoluir no aprendizado da língua inglesa.
Eu procurava uma escola que me oferecesse um curso intensivo, com horários
flexíveis, em que eu pudesse ditar meu ritmo e que colegas de turma fossem profissionais e de faixa etária similar. O Wall Street Institute me proporcionou este conjunto de atributos.
Atuando na área comercial, minha agenda é dinâmica e a possibilidade de viagens impossibilitam horários fixos e poderiam comprometer o ritmo do meu progresso.
Como já tive experiência em cursos de inglês que misturam os públicos (adolescentes e adultos), seria de extrema importância, desta vez, conviver com pessoas que estariam ali com os mesmos objetivos.
Já iniciei e interrompi diversas vezes os cursos de inglês, pois eles acabam por não atender minha expectativa, porém o Wall Street Institute tem me surpreendido. Estou bastante satisfeito por estar com meus “encounters” agendados até final de agosto.