Do you remember?

Dealing with our memory can become something really tricky when there are similar expressions with very different meanings. This month we will talk a little about a very popular verb that is often used incorrectly. Let´s REMEMBER.

Nesta edição do Wall Street Institute Journal, abordaremos algumas formas as quais utilizamos quando nos referimos a nossas lembranças. Na língua inglesa há uma grande diferença entre falar a respeito de algo que ocorreu no passado e falar sobre algo que tínhamos ou temos de fazer e que depende ou dependia de auxílio de nossa memória.

Vamos verificar então o primeiro caso onde utilizaremos o verbo TO REMEMBER para relatar algo presente em nossa memória a respeito de algum evento que ocorreu no passado. Um homem apaixonado poderia dizer: I remember kissing you last night (Eu me lembro de beijar você na noite passada). Neste caso o evento ocorreu no passado e faz parte das memórias de alguém. Observem com atenção que utilizamos I REMEMBER KISSING.

Analisemos agora o segundo caso então. Nesta situação, lidaremos com uma tarefa a qual deve ser

executada. Tomemos como exemplo: I need to remember to take the car to the mechanic (Tenho de me lembrar de levar o carro ao mecânico). Notem que nesta situação utilizamos REMEMBER TO TAKE. Agora dois exemplos com frases bem semelhantes, porém com significados completamente distintos:
I have just remembered paying that bill.
(Acabei de me lembrar de ter pago aquela conta)
I have just remembered to pay that bill.
(Acabei de me lembrar de pagar a conta)

Na primeira frase, a conta já foi paga e alguém se lembra de tê-lo feito, enquanto que no segundo exemplo alguém acaba de se lembrar que tem de pagar uma conta pendente. Na próxima edição abordaremos mais uma situação interessante quanto ao uso deste mesmo verbo. Até lá.

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Helio Andrade
Head Teacher, Wall Street Institute, Berrini

Learning phrasal verbs:
an everlasting experience...

This subject is, undoubtedly, among the ones that students dread the most: How to learn and be able to effect communication with more and more phrasal verbs?

Primeiramente, os phrasal verbs (verbos com preposições com sentidos alterados ex. give up, turn on, run away) devem ser considerados como vocabulários novos e, portanto, assimilados pouco a pouco. Com certeza são expressões muito comuns, frequentemente informais e que devem ser incorporadas ao nosso vocabulário ativo para que nossa comunicação seja mais natural. É indispensável muita atenção ao contexto para assimilar o uso correto. Por exemplo: wake up, turn on e look for são usados de formas diferentes:


  1. What time do you wake up?
  2. Can you turn on the TV?
  3. Can you turn the TV on?
  4. Can you turn it on?
  5. I'm looking for a book.

No primeiro exemplo, não há necessidade de acrescentar nada após o verbo (wake up, pois sua ideia já é completa). No segundo, terceiro e quarto exemplos é necessário especificar o que será ligado (turn on). A palavra seguinte ao verbo (turn) pode vir antes ou depois da preposição (on) porém, se for pronome (it, him, etc), ele deve vir entre o verbo e a preposição (turn it on). No último caso, o complemento do verbo deve vir após a preposição (look for it).

Porém, a questão é: como saber qual é o tipo de phrasal verb e como usar naturalmente? Verificando se o verbo necessita de complemento; se soa bem, ou seja, pelo aprendizado instintivo; e consultando um dicionário confiável. Portanto, somente com exposição contínua ao idioma e utilização natural dos phrasal verbs é possível dominar o seu uso fluente.

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Márcio Francisco
Teacher, Wall Street Institute, Berrini

Our Little Friend: The Preposition

Prepositions are one of the biggest challenges for learners of English. A small change of preposition can often give a sentence a very different or opposite meaning (He went up the stairs Ele subiu as escadas, He went down the stairs Ele desceu as escadas). There are many rules involving prepositions and today we will focus on their order in the sentence. The position is determined by the word it will accompany (nouns, verbs, adjectives, etc). Follow the rules below and make sentences using the examples.

Preposições são um dos maiores desafios para estudantes de inglês. Uma mudança pequena na preposição frequentemente resulta em grandes diferenças em significado e até em sentidos opostos. Existem várias regras em relação às preposições e hoje vamos nos concentrar na ordem da frase. A posição é determinada pelas palavras que acompanharão (substantivos, verbos, adjetivos, ect). Siga as regras abaixo e faça sentenças usando os exemplos.


Posição da preposição na frase:
(Preposição ABOUT é a preposição em destaque hoje. É uma preposição bem usada em inglês e merece mais atenção).


1. Substantivo + ABOUT
Noun + Be + About + Noun
This article was about social development.


Noun + About + Noun
Our lawyer gave me and advice about my contract.


Substantivos frequentemente usados antes de “about”: a book about, a report about, news about, a story about, a movie about, a play about, a discussion about, a conversation about, an argument about.


2. Adjetivo + ABOUT
Adjective + About + Noun
They were extremely understanding about out late arrival.

Adjetivos frequentemente usados antes de “about”: kind about, nice about, sweet about, understanding about, charming about, rude about, unkind about, nasty about, mean about.


3. Verbo + About
Verb + About + Noun
I read about the new development in the newspaper.


Verbos frequentemente usados antes de “about”: forget about, complain about, argue about, moan about, talk about, think about, wonder about, dream about, joke about, laugh about.

Outros significados para a preposição “about”:


He is concerned about his exam.

(Para identificar o significado de uma emoção ou condição)

It is about 20 miles away.

(Para significar proximidade)

The kids' toys were scattered about the house.

(Para significar “por todo lado”)

There is something strange about his attitude.

(Para descrever um substantivo)

We wandered about the mall for hours.

(Para significar “em toda direção”)

The report is about ready.

(Pode significar “quase”)


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Désirée Good
Head Teacher, Wall Street Institute,
Vila Olímpia

O domínio do business English

Sometimes knowing the elementary English is hardly enough. Leadership and understanding come with a commitment to excellence and that means mastering the business vocabulary. Each professional area operates wih specific technical terms, an almost secret language to others. Do you really speak your job language?

É comum que os livros e as publicações em inglês voltados ao mundo dos negócios sejam permeados de um vocabulário próprio. Não chega a ser um cabedal de frases hermético e inacessível à maioria dos alunos, porém a atenção e a energia exigidas para a completa absorção do texto costumam custar um tempo de que a maioria das pessoas não dispõe.

Por esta razão, e também apoiando-se no fato de que o business English é em especial o foco prioritário da maioria dos alunos atualmente, vale a pena mergulhar em atividades, aulas e websites que se esmeram em apresentar este tipo de vocabulário técnico.

Do Virginia Business Online ao uso constante de materiais específicos para os business courses e MBAs como o Market Leader e o Intelligent Business Course, existe um número insondável de termos que requerem um certo respaldo em inglês para serem aprendidos e, doravante, empregados em business meetings e conferences.

À guiza de exemplo, pensemos em alguns dos principais tópicos que representam as maiores preocupações na atualidade.

Quando se trata de human resources, cumpre ressaltar o tema dos perks (um certo conjunto de benefícios e prêmios conferidos aos funcionários que atingem as metas). Antes, os chefes normalmente evitavam (shunned) tais “privilégios”, mas dados os custos do desemprego (unemployment) às empresas, eles passaram a criar (devise) novos estímulos para mimar (pamper) os melhores empregados.

Num cenário macroeconômico, ainda revoam os ecos da crise financeira que eclodiu no final de 2008. Por isso, é frequente a referência a “the collapsing financial-services industry” (o periclitante setor de serviços financeiros leia-se: bancos) e a ”the rise of emerging powers” (a ascensão de novas potências, a exemplo de China e, em menor escala, Coréia do Sul. Quem não viu o novo slogan da Hyundai? Com líderes mundiais que foram CEOs de grandes empresas (ex.: Coréia), o Estado vem sustentando os conglomerados transnacionais (nurturing global conglomerates). Ao aluno, cabe alimentar constantemente o inglês, portanto.


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Ricardo Rodrigo
Head Teacher, Wall Street Institute,
Chácara Santo Antonio

How can I get over my difficulties
about prepositions?

This is certainly one of the main concerns of most English students. They realize that in the beginning of their learning it's hard to get so many rules and later on, they can't speak accurately due to some mistakes regarding prepositions. But let's analyze and understand it, shall we?

Primeiramente, vamos entender porque este processo tem sido tão árduo. As ditas preposições (in, at, on, for, to, off, of, etc) podem ser relacionadas a casos muito distintos: lugar, movimento, tempo, phrasal verbs e muitos outros. Além disso, esse é um processo que exige contato contínuo com o idioma para que as regras sejam aprendidas muito mais por dedução natural, pelo uso constante. Quando focamos na comunicação e fluência, entendemos gramática intuitivamente por meio de associações e compreensão global.

As preposições “for” e “to”, por exemplo, criam dificuldades primeiramente por causa da tradução, pois ambas podem significar “para”. Exemplos:

There's a phone message for you. He sent presents to the children.
This pool is for the use of hotel residents only. We went to Prague last year.
I've bought him a watch for his birthday. We're going to a party tomorrow night.

Na primeira coluna, a idéia geral é de benefício ou propósito, e na segunda, de direção ou movimento. Entendendo dessa forma, fica muito mais fácil.

Portanto, procure aprender cada vez menos com tradução e mais por dedução em inglês, até que você consiga, naturalmente distinguir uma frase adequada de uma inaceitável, sem recorrer a gramática ou ao português, somente ouvindo e verificando se soa correto, como os falantes nativos fazem devido ao contato com o idioma.

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Márcio Francisco
Teacher, Wall Street Institute, Berrini

Meet The Village!

Have you already visited The Village? Well, if you want to develop and improve your English, don´t waste your time. The Village is an exclusive website to Wall Street students and you can find entertainment, you can practice and have fun using your own Village Profile. Also you´ll be able to check recipes and tips from students from all over the world.

O The Village é uma ferramenta que pode ajudar muito o aluno a desenvolver seu inglês. Acessando o site você encontra mais de 500 exercicios disponíveis para praticar, todos separados por nível. Voce também pode contar com o Dr. English, um personagem já tradicional no The Village, que responde todas as suas dúvidas sobre inglês através do seu e-mail ou on-line de acordo com a agenda disponível no site.

Além de dicas para falar e ler em inglês, o site disponibiliza assustos e vocabulário voltados ao Business e mais específicos como saúde, turismo e T.I. Quer papear? Basta clicar em Connect Now e entrar no chat para falar com alunos do Wall Street Institute do todo o mundo. Ainda para

garantir o aprendizado com diversão, você encontra jogos como Hang-Gambler, Crazy Rouletters entre outros.

E para finalizar o mais novo serviço do The Village, o Podcast, que é uma incrível opção para desenvolver ainda mais a escuta e a pronuncia da língua Inglesa (também disponível para download). E não se esqueça, após todos esses serviços, de baixar o WSI Reporter, o jornalzinho do site para ler, praticar e se divertir.

Acesse agora: www.wsistudents.com .

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Rodrigo Rocha
Teacher, Wall Street Institute, Vila Olímpia

I had started and stopped several times to study the English language. The reasons were always the same: lack of time, boring courses, dull books full of grammar and no fluency. The verb To Be almost became the public enemy number one. Every time I had to start a new course I had to study it one more time..

Paulo Roberto
Rodrigues D'Avila

Student,
Wall Street Institute,
Vila Olímpia

Após as várias tentativas desisti por vários anos, sempre com uma grande frustração por não conseguir aprender inglês. Há alguns meses me deparei com uma solicitação de funcionários da empresa para que custeássemos um curso de inglês para eles. Rapidamente o curso foi aprovado. Mas, não satisfeitos, estes funcionários me perguntaram por que eu também não participava do grupo e eu me lembrei de todos os cursos anteriores. Com o intuito de motivar a equipe eu resolvi tomar parte do curso. Você evolue: de acordo com a sua própria velocidade de aprendizagem. Desta forma, pela primeira vez, sinto que o meu aprendizado está sendo efetivo e o melhor de tudo é que isto não está sendo nenhum sacrifício, pelo contrário.

Para minha grande surpresa o curso era completamente diferente de todos os que eu já havia participado. Os horários são flexíveis, existem aulas via internet e o alvo principal é a fluência sem perder de vista a gramática. Com professores dinâmicos, sempre dispostos a tirar dúvidas e motivadores, as aulas são leves e divertidas permitindo até aos mais tímidos se expressarem facilmente. O método também permite que você evolua de acordo com a sua própria velocidade de aprendizagem. Desta forma, pela primeira vez, sinto que o meu aprendizado está sendo efetivo e o melhor de tudo é que isto não está sendo nenhum sacrifício, pelo contrário.

Desireé, Rodrigo, Aline, Mari, Julia e Amanda, parabéns pelo trabalho e obrigado pelo empenho de vocês.

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Tatiana Dotoli
Teacher, Wall Street Institute