Welcome to one more Wall Street Institute Journal, com mais uma seleção de dicas para você melhorar cada vez mais seu aprendizado da língua inglesa. Nesta edição:
Have a pleasant reading!
Mais uma vez estamos aqui para apresentar nossas dicas voltadas para o bom uso do inglês. Atualmente, em nossos respectivos ambientes de trabalho temos, por diversas vezes, que fazer apresentações, preparar relatórios, escrever incontáveis e-mails entre outras formas de comunicação das quais temos de fazer uso. Eventualmente, será solicitado que criemos versões resumidas de algum destes trabalhos, visando uma leitura ou entendimento mais rápido dos mesmos. É exatamente aí que corremos o risco de cometer um erro fatal quanto ao uso da língua inglesa.
Ouvimos constantemente as pessoas utilizando a palavra resumir em português e quando tentamos utilizar o inglês, rapidamente tomamos ciência da existência do verbo TO RESUME. Está feito o mau entendido.
Este verbo nada tem a ver com a idéia original de resumir algo como em português. Na verdade é um falso cognato. O verbo correto neste caso é TO SUMMARIZE. Um exemplo: “Quero resumir meu relatório.” = “I want to summarize my report”. SUMMARIZE = RESUMIR. O falso cognato TO RESUME, por sua vez é utilizado quando queremos dizer que algo foi interrompido e, após algum tempo, retomado. Podemos citar como exemplo: “The game resumed after the rain stopped”. Estaríamos dizendo algo como: “O jogo reiniciou após a chuva ter parado”.
Façam bom uso de mais esta dica e até a próxima.
Acredite: não é preciso decorar nomenclaturas para ser um bom “english speaker”. O segredo é visualizar o texto (tanto escrito quanto falado) em blocos, e não como palavras isoladas. Não é preciso distinguir sujeito, predicado, adjuntos e complementos em uma sentença, ou “travar” em uma conversa por não ter certeza se uma pergunta no Present Perfect tem ou não especificação de tempo.
Se alguém diz “I'd like some water, please”, visualizamos, no instante seguinte, aquela pessoa ingerindo alguns goles de água. Não precisamos, para isso, entender ao ouvir a frase que a contração “I'd” vem de “I would”; nem que “some” é um quantificador utilizado com substantivos que não é possível contar; nem paramos para analisar que, se traduzíssemos essa frase ao pé da letra, perderíamos o significado do bloco “I would like”, que é uma expressão que não existe em nossa língua materna.
Da mesma forma, ao ouvir “I've been to Paris last year”, não precisamos identificar a estrutura do Present Perfect, analisar o uso do particípio passado e entender um tempo não específico para visualizar o emissor da frase em frente à torre Eiffel em 2009.
Tente aprender por meio de expressões que você já conhece, fique atento a informações em inglês ao seu redor, filmes, músicas, colegas de trabalho ou professores conversando, expressões no laboratório. A melhor forma de aprender gramática é colocando-a em prática no dia-a-dia. Quanto mais natural e intuitiva a aproximação da língua, mais interessante ela irá se tornar.
Quando é hora de ler ou pronunciar uma palavra, a entonação apropriada é importante. Enfatizar a sílaba errada pode mudar o sentido e entendimento da palavra. A seguir algumas regrinhas para não errar a pronúncia da palavra.

As atividades de gerenciamento aumentam exponencialmente e correspondem à sofisticação de que o meio empresarial se reveste a cada dia. Muitas das tarefas de um manager (gerente) são bastante desafiadores, mas com um ponto em comum: elas operacionalizam soluções aos objetivos traçados pelas empresas. Downsizing (redução de pessoal), cost cutting (redução de custos), networking (a implementação das redes sociais) e business partnerships (parcerias comerciais) são alguns exemplos de tais metas a serem alcançadas.
Porém, quando se fala em traçar objetivos, ou bem se usa a voz passiva sem agente especificado, ou bem este agente aparece despersonalizado. Quem, afinal, determina a direção que o meio corporativo segue? Por trás de tais decisões, aparece a figura do líder.
Segundo Kurt Lewin, existem três tipos de liderança: o authoritarian / autocratic leader (o líder autocrático), o participative leader (líder democrático) e o delegative leader (aquele líder que sabe distribuir tarefas e confiar responsabilidades, um arauto do free reign).
Não ao acaso existe um uso indiscriminado de palavras de origem grega para descrever os líderes atuais. Os estilos de liderança guardam relação aos regimes de governo da Antiguidade clássica e cada um deles comporta vantagens e pontos fracos.
O primeiro estilo, autoritário, não deve ser confundido com uso abusivo de poder (plainly bossing people around). A maior vantagem é a de resolver problemas e crises que exigem solução rápida e eficaz, mas pode dar azo a um clima mais estressante no work environment (ambiente profissional).
Já o estilo participativo convida os profissionais a discutirem com o líder a solução de problemas, sem que isso represente um sinal de debilidade à autoridade do líder. Contudo, talvez não seja o melhor matiz de liderança para situações periclitantes. Por fim, o estilo delegativo é aquele que permite a tomada de decisão pelos profissionais com base na confiança. Estigmatizado em primeiro plano pelo liberalismo do Adam Smith nas auras do mote laissez-faire, laissez passer, este último modo de liderar não dispensa, todavia, certa hierarquização e requer controle final pelo líder. Liderança é um talento que, quer nato, quer desenvolvido pela prática profissional, não se apresenta genuína facilmente. Felizmente, as empresas hoje procuram mais do que gerentes, elas valorizam o recurso humano com potencial para assumir as maiores responsabilidades no futuro.
Quando se trabalha com cursos de idiomas voltados para adultos, é comum sentir a frustração que toma conta daqueles que precisam começar do zero. Aprender uma nova língua é um processo longo e requer prática. Na nossa vida, entretanto, tudo é para ontem e tudo precisa ser feito o mais rápido possível, afinal seu emprego pode depender disso.
Professores e alunos distinguem-se meramente pela sua intenção. Um deseja adquirir os conhecimentos do outro. Porém isso não significa que um não possa aprender e o outro não possa ensinar e vice e versa. Imagine o que poderíamos aprender com um aluno que é especialista em Astronomia? O que vemos são alunos que, frente à dificuldade de se expressar corretamente em inglês, não se comunicam naturalmente, com medo de errar estrutura, pronúncia etc. O que fazer? A solução é derrubar a quarta parede.
No teatro, a quarta parede é a parede imaginária que separa o ator de seu público e que, na realidade, não passa de uma divisão simbólica que impede o público de
Intervir na peça. Derrubar a quarta parede significa colocar professores e alunos no mesmo nível hierárquico, não por terem o mesmo conhecimento da língua inglesa, mas porque ambos tem conhecimentos distintos suficientes para aprender um com o outro. A intenção é que a aconversa flua, que seja agradável para ambas as partes, sem preocupar-se em falar corretamente (afinal, ninguém inicia um estudo sabendo de tudo desde o início). A conversa de igual para igual torna o ambiente mais agradável, menos inibidor e, portanto, absorvemos melhor o que escutamos, logo aprendemos de forma natural como em uma conversa entre amigos.
Lembra do aluno que é especialista em Astronomia que citei a pouco? Um dia, seu professor de inglês poderá ter o prazer de escutá-lo ministrando uma aula de Astronomia toda em inglês. Pode ter certeza que será uma experiência única, tanto para o professor quanto para o aluno.
Começar a estudar no Wall Street Institute foi a melhor escolha que eu fiz. Os professores são extremamente capacitados e estão sempre disponíveis para auxiliar os alunos. Juan e Dessie são exemplos de excelentes professores e que em pouco tempo colaboraram muito com o meu desenvolvimento. Com flexibilidade de horários, posso escolher a melhor hora para estudar. O ambiente descontraído, a capacidade dos professores, a flexibilidade de horários e as ótimas aulas são os valores que garantem o desenvolvimento do aluno.