Let's go shopping!

It´s really great when we have money to spend and go out with our family in order to buy something we want. Just be careful when you invite someone to come with you. You won´t only face the risk of spending more money but you also need to know how to express properly.

Olá caros leitores do Wall Street Institute Journal. É um enorme prazer estar de volta com dicas para ajudá-los a utilizar melhor o inglês em situações diárias.

É indiscutivel a enorme presença do inglês em nosso dia a dia. Encontramos palavras em inglês ou derivadas do idioma em todos os lugares para onde olhamos. Definitivamente a língua inglesa invadiu nossas vidas. Mas o fato de que muitas das palavras com as quais estamos acostumados venham da língua inglesa nem sempre nos ajuda a falar o idioma corretamente. Hoje vamos expor um dos erros que julgo ser dos mais comuns entre os alunos com os quais tenho trabalhado.

É perfeitamente comum ouvirmos pessoas dizendo umas as outras que elas estão “indo ao shopping fazer compras”. Nada errado, correto? Desde que utilizemos esta forma de expressão em português, sem problemas. O problema começa quando transferimos a mesma expressão para o inglês sem os devidos ajustes. Ouvimos frequentemente a seguinte afirmação: “I´m going to the shopping”. Porém, "shopping" em inglês é um verbo, o que tira completamente o sentido da frase. Quando nos referimos ao local onde vamos com o propósito de fazer compras nos referimos ao mesmo como Shopping Mall ou simplesmente Mall. Desta forma, a maneira correta de expressar esta mesma idéia seria: “I´m going to the shopping mall” ou “I`m going to the mall”, em português “Eu estou indo ao Shopping” ou “Eu estou indo ao shopping center”. Podemos ainda usar a expressão: “I´m going shopping” para dizer que estamos indo às compras, mas neste caso a palavra shopping está ligada a ação e não ao local.

Pois bem, tendo em mente estas dicas, cartões de credito em mãos e boas compras.

Helio Andrade
Head Teacher, Wall Street Institute, Chácara Santo Antonio

The best strategy to learn prepositions

Despite the recurrence of this issue in our articles, the students' urge for techniques to learn them has led me once more to approach such relevant subject: What's the best strategy to learn prepositions?

As famosas preposições - about, above, across, after, against, along, among, around, as, at, before, behind, below, beside(s), between, but, by, despite, down, during, except, for, from, in, inside, into, like, next, of, off, on, onto, opposite, out, outside, over, per, round, since, than, through, thru (informal), to, toward(s), under, until, up, upon, versus, via, with, within, without etc - sempre são motivos de dor de cabeça para todos os aprendizes de língua estrangeira, em maior ou menor grau.

Mas afinal de contas, como podemos aprender a usar mais preposições de forma correta? A resposta não é tão simples, então permita-me, antes de tudo, sugerir uma reflexão: os falantes nativos normalmente usam as preposições corretamente, mas eles sempre sabem o porquê? Sabemos quais são todas as preposições e qual a diferença das demais palavras? Mesmo em português, que temos contato diariamente, não temos dúvidas frequentes sobre estas palavras e precisamos recorrer a dicionários e outras fontes?

A conclusão é que nosso cérebro é inteligente o suficiente para entender o significado de todas as preposições e demais palavras sem precisar de explicação, desde que haja contextos e muitos exemplos de uso.

Quando nos estressamos, tentando entender racionalmente a diferença de "to" e "for" sem um contexto, não estamos focando na mensagem e, portanto, estamos desperdiçando tempo, pois poderíamos assimilar naturalmente. É evidente que ora ou outra precisamos de explicação formal sobre essas "palavrinhas", mas procure assimilar o conhecimento de forma mais natural, semelhante à maneira como você aprendeu sua primeira língua e, a partir daí, compreenderá o uso das ditas preposições mais facilmente.

Márcio Francisco
Head Teacher, Wall Street Institute,
Berrini

Writing in a foreign language

The two most common forms of business communication nowadays are e-mail and telephone conversations. E-mail requires reading and writing skills while telephone requires speaking and listening skills. Most business e-mails are usually presented in an informal tone but it is vitally important to always present good quality writing.

As duas formas mais comuns de comunicação em empresas hoje em dia são: correio eletrônico e comunicação via telefone. O e-mail exige habilidade em escrita e leitura e as conversas por telefone exigem habilidade em conversação e compreensão oral. A maioria dos e-mails são informais mas é importante apresentar uma alta qualidade quando se escreve.

Escrever em inglês é bem diferente de falar em inglês e é, portanto, muito importante saber como dominar a ortografia, forma e estrutura. Uma dica importante é tentar não traduzir ao pé da letra e sempre ler tudo com muito cuidado antes de enviar. Para conferir mais dicas interessantes, é só ficar atento à atividade de escrita que circula todos os meses em sua caixa de e-mails.

Désirée Good
Head Teacher, Wall Street Institute, Vila Olímpia

How to prepare a remarkable
business presentation

Imagine the most fearsome experience in your life. What would you do then, if it became a daily burden? That questions haunts many business people. However, the answer is straightfoward: it can't be dreadful any longer. Learn how to turn the scary task of delivering a business presentation in an opportunity to highlighten your skills and lure the energetic sparks of the spotlight to yourself.

A rotina do profissional moderno está repleta delas. Muito do tempo gasto pelos executivos é voltado à finalização delas. Negócios milionários e projetos caríssimos dependem delas quase que exclusivamente. As business presentations (apresentações negociais) exercem um papel indispensável no mundo empresarial e, para intranquilidade de muitos, são cada vez mais frequentes.

Basicamente, há dois princípios que norteiam indistintamente as business presentations. O primeiro, fundamental para persuadir clientes e galvanizar o apoio dos membros da equipe, é o convencimento (persuasion). O segundo, ainda mais raro que o primeiro e igualmente essencial: a inovação (innovation). Reuniões jamais pretendem simplesmente reiterar o que já se sabe; visam, sobretudo, amealhar idéias inovadoras para solucionar problemas.

Steve Jobs, figura emblemática do meio empresarial e papa do ramo digital, compara-a a um filme emocionante e preconiza alguns pontos indispensáveis (www.smartplanet.com):


  • Simplicity (a apresentação deve ser objetiva e clara, a fim de conquistar adeptos);
  • Visual effects (a tecnologia é uma aliada visualmente expressiva para prender a atenção);
  • Have a villain (o problema é obstáculo à felicidade corporativa e deve ser superado);
  • Have a dream (mostre porque o sonho-meta vale a pena);
  • Practice (possível inspiração em Thomas Jefferson “a genius is 1% inspiration and 99% transpiration”)

Rodrigo Teixeira
Head Teacher, Wall Street Institute, Itaim Bibi

What's definitely the best way
to learn English?

When we are trying to make up our minds about which school, method, teachers and strategies to learn English, we constantly undermine the most important factor about learning a new language: your attitude as a student.

Quantos de nós, no início do curso de idiomas, não pensamos como é difícil aprender uma língua estrangeira. Temos que ser realistas, é mesmo um desafio pronunciar palavras totalmente diferentes do seu idioma que, inclusive, não tem regras fixas para a pronúncia da forma escrita, e ser capaz de compreender instantaneamente quando alguém conversa com você em inglês com diversos sotaques, incluindo não-nativos, sem recorrer à tradução a todo instante; utilizar expressões do dia-a-dia que não existem no seu idioma ou que significam o contrário quando traduzimos palavra por palavra.

Então, como superar estas pedras no meio do caminho? Cada um tem seus atalhos para chegar aos seus objetivos, mas eu gostaria de compartilhar minha jornada de aluno que fui e sempre serei, apesar de minha formação e experiência em ensino de Língua Inglesa: desde o início da minha aprendizagem de inglês (como curioso, ouvindo LP's das família) até hoje, percebi que eu só aprenderia se eu pudesse não só receber informações, mas usar, criar, revisar, enfim, ser um aprendiz ativo e

reutilizar o que eu aprendia. Aliás, hoje entendo que só assimilamos, quando somos capazes de produzir algo com a informação que recebemos. Sem isso, temos uma falsa ilusão temporária de conhecimento.

Precisamos perceber que, independente do método, nossa atitude de participante ativo é a única forma que garante o aprendizado. Quando decidimos, após a aula, revisar o conteúdo, escrever frases e redações com as palavras novas, buscar contato com inglês em mídias diferentes, questionar, pesquisar, ousar tentar e errar CONSTANTEMENTE, dessa forma, sim, estaremos cultivando uma atitude que tornará o inglês não só mais fácil, como também mais prazeroso.


Márcio Francisco
Head Teacher, Wall Street Institute,
Berrini

Tatiana Dotoli
Teacher,
Wall Street Institute,
Berrini

I've already had the oportunity to study in several English schools but none of them compares to Wall Street Institute. Since the moment my feet stepped into Berrini center and I attended a welcome lecture organized by Mr. Fernão and his daughter Carol I realized that school was different from the others.

A começar pela simpatia e pelo carinho contagiante de toda a equipe WSI que transforma a escola em um ambiente acolhedor único e em um ponto de encontro para todos os alunos, alimentando-se o networking profissional e a amizade entre alunos, instrutores e demais envolvidos.

Outro fator fundamental à minha escolha foi a metodologia da WSI de oferecer horários flexíveis, das 7h às 21h, o que tem facilitado e muito meu dia-a-dia em agendar e participar das aulas nos dias e horários desejados, sem risco de perdê-las. Sem falar na localização privilegiada da escola, bem próxima ao meu trabalho, evitando-se o trânsito caótico da cidade de São Paulo.

Além disso, a grande variedade de atividades que a WSI oferece aos alunos é excelente. Além de acabar com a monotonia, esta

dinâmica é o fator principal para o desenvolvimento do meu "Speaking", "Listening" e "Writing". E tudo isso, combinado à qualidade dos recursos oferecidos pela escola (laboratório, material didático etc), tem se tornado uma receita essencial para o meu aprendizado.

Mas de nada valerá se as oportunidades oferecidas não forem aproveitadas. E tudo isso dependerá única e exclusivamente do próprio aluno. Nós somos o centro motor disso tudo, e a WSI é o caminho pelo qual podemos seguir para alcançar nossos objetivos.

Não posso deixar de agradecer os principais responsáveis deste universo que é a WSI: Seu Fernão e Carol; meus amigos: Tatiana, Juliana, Márcio, Amanda, Larissa, Hélio, Flávia, Dèsiree; e demais equipe.

A todos, meu muito obrigado.

Eddy Yassuo
Student, Wall Street Institute, Berrini