Diretora Pedagógica do Wall Street Institute unidades Berrini, Chácara Sto. Antonio e Vila Olímpia.
É com muita alegria que lançamos a primeira edição do Networking Club, uma publicação feita pelo Wall Street Institute em parceria com várias empresas que colaboram com a formação de nossos alunos.
O Wall Street Institute, além de ser uma escola de inglês para executivos, fortaleceu-se também como um espaço para o Networking e aperfeiçoamento de seus alunos e amigos, trazendo sempre novidades do mercado de trabalho para que você possa ficar bem informado.
Foi dentro desse espírito que o Networking Club nasceu, com o objetivo de trazer informações interessantes para seu desenvolvimento profissional, e colocá-lo diretamente em contato com nossos colaboradores.
Nessa primeira edição você encontrará:
Enjoy the reading!
Networking's been part of the corporate world for many years and has recently acquired a wider meaning.
Adriana S. Néglia
Psicóloga, com MBA em Desenvolvimento Gerencial e formação em Coaching Integrado pelo ICI - Integrated Coaching Institute. Ampla experiência em orientação de carreira para executivos e profissionais especializados. Experiência de 15 anos na área de RH em consultorias nacionais e multinacionais. Sólida experiência nas áreas de Outplacement, Executive Search, Assessment e Coaching.
Com a popularização das redes sociais de contatos pela Internet, não demorou muito para surgirem redes específicas para executivos (como Plaxo, Glassdoor e LinkedIn), que ampliaram as possibilidades para se desenvolver networking.
No entanto, muitos executivos estão banalizando o uso destes recursos de tecnologia. Vemos com muita freqüência profissionais que pedem para ser indicados por pessoas que mal conhecem ou pessoas próximas, como amigos e parentes. Indicações assim não tem validade, pois quem indica não conviveu profissionalmente com a pessoa e, portanto, não pode dizer se ela possui determinados resultados, atributos e competências. Profissionais que pedem este tipo de indicação correm um sério risco de ficarem malvistos no mercado.
O mais adequado é que o profissional peça indicações de pessoas que trabalharam próximas a ele, como pares, subordinados, chefes, clientes ou fornecedores. Estas poderão contribuir com dados relevantes para construir boa imagem nestes meios de divulgação.
Outro ponto importante são os pedidos de conexão. Os executivos tem uma ansiedade natural em ampliar rapidamente sua rede de relacionamento para trocar informações variadas sobre segmentos, empresas e profissionais e por isso acabam, em algumas situações, se expondo em excesso, usando estes recursos de maneira indiscriminada. “Se você aborda um executivo de uma grande empresa (pelo LinkedIn, por exemplo) sem ter um intermediário neste relacionamento,
e ele percebe que você está à procura de indicações indiscriminadamente, sua imagem fica prejudicada e você poderá perder boas oportunidades futuras.
O grande segredo para aproveitar todas as vantagens que as redes virtuais podem oferecer é enxergá-las como uma extensão do networking tradicional. O bom uso traz grandes oportunidades de desenvolvimento para o profissional. Vemos muitos casos de profissionais que entram em grupos de discussão de assuntos de seu interesse, acessam oportunidades interessantes de trabalho e são convidados para dar cursos e palestras, chamados por Headhunters ou RHs de empresas para participar de processos seletivos e acabam sendo contratados.
O sucesso no uso de Redes Sociais como meio de melhorar o networking depende essencialmente da etiqueta do usuário. Como em qualquer situação social, nas redes virtuais também é fundamental seguir regras básicas de comportamento para ser bem-visto.
Não devemos nunca esquecer que não há nada melhor do que o contato pessoal, situações nas quais você pode ser visto, mostrar sua postura, sua seriedade e sua personalidade. O networking é essencial e deve ser parte da vida de um profissional em qualquer momento da carreira e não somente em um momento de transição.
Na atualidade, pensar inovação significa repensar as organizações sob a ótica da sustentabilidade.
Inovação é um mantra para muitas empresas e profissionais. E pensar inovação significa, dentre outras coisas, levar ao máximo a criatividade para identificar formas mais eficientes e eficazes de produção, onde os conceitos de responsabilidade social e ambiental estejam no cerne do negócio. Além de conceito, é uma atitude. Vai desde a opção por consumir produtos e se relacionar com empresas que tenham um comprometimento profundo com a busca pela reutilização de recursos não renováveis, diminuição da emissão de gases de efeito estufa, eficiência energética, redução do consumo de água e também respeito aos direitos humanos e a diversidade.
Inovar resulta em mudança na cultura das organizações, mudança de modelo mental de líderes e colaboradores e traz uma desafio próprio da contemporaneidade: equilibrar o social, o ambiental e o econômico para garantir a sobrevivência das futuras gerações.
Leonardo Coelho
Coordenador do POST MBA em Inovação e Sustentabilidade do B.I International. É Diretor de Comunicação Social da FUNDAMIG e sócio do Instituto Ver. Coordenador Geral do Espaço Criança Esperança - BH. Autor do livro “Mundo em Transformação: caminhos para o desenvolvimento sustentável” Editora Autêntica 2006.
We are the result of uncountable decisions we make throughout our lives. Are you satisfied with your choices?
Débora Andrade
Psicanalista pelo CEP, e pós graduada em administração pela FGV. Gestora do Projeto Instigar, atende indivíduos, grupos e empresas.
Quantas vezes você já se perguntou isto?
É como a armadilha pessoal do português: Diariamente ele faz o mesmo trajeto. Porém, certa vez, ele escorregou numa casca de banana e caiu no chão. No dia seguinte, havia outra casca de banana exatamente no mesmo lugar, e novamente este escorregou e caiu. No terceiro dia, já mais esperto... percebeu de longe que havia uma nova casca de banana e, antes mesmo de chegar lá, pensou: “Mas que chato! Novamente vou escorregar e cair!”.
Você já foi protagonista desta anedota?
Exemplos clássicos estão no campo amoroso: pense no cônjuge, filho, mãe, pai, trabalho, ou mesmo uma atividade que ame muito e exemplos de armadilhas pessoais aflorarão.
Mas por que, mesmo existindo diversas opções frente àquela situação, escolhemos escorregar e cair novamente?
Repetir o que foi prazeroso é interessante. Mas por que repetir algo que gera sofrimento?
Por mais estranho que pareça, há um sentido inconsciente nestas repetições. É deste estudo, afinal, que se trata a psicanálise. A compulsão à repetição é uma tendência natural, e até conservadora, de retornar ao conforto de um porto seguro. Mesmo que a permanência no porto seja dolorosa.
Outras vezes, posterga-se indefinidamente o momento de tomar uma decisão. Talvez porque se tenha a ilusão de que, enquanto se está em cima do muro, as diversas opções relacionadas a esta escolha permanecem como potenciais disponíveis. Afinal de contas, quando se escolhe uma das opções, simultaneamente se está abdicando de todas as demais...
Você já parou para pensar que a omissão é, intrinsecamente, delegar que os outros tomem decisões para a sua vida? Depois não adianta posicionar-se como vítima.
Quais são os medos em implicar-se nas próprias escolhas? Será o medo da frustração?
Pois bem, se acontecer (e, mais cedo ou mais tarde, vai acontecer!), sempre existirá a possibilidade de transformação.
Algumas pessoas tentam fugir a todo custo das frustrações, refugiando-se em ilusões. Outras, tomam como oportunidade para colocar em prática o pensamento criativo. A escolha é sua!
Ou será o medo da “mudança catastrófica”? Sabe quando o equilíbrio na engrenagem de uma situação que está precariamente funcionando é tão tênue que, se for modificado um único e pequeno aspecto, por efeito dominó, todos os demais são afetados?
Talvez seja o velho apego à zona de conforto, ou o medo do desconhecido.
Ou será o medo de decepcionar quem eu amo? Ou o medo de me tornar parecido com quem eu odeio? Inconscientemente colecionamos cópias e oposições de pequenos aspectos das pessoas com quem nos identificamos: um traço, uma atitude, ou até mesmo a responsabilidade pela concretização de um sonho.
Seria interessante o desafio de nos desfazermos de todas as escolhas que fizemos na vida, em função de identificações... Pode até ser mais confortável reconhecer-se apenas no eu refletido no espelho das identificações. Porém, não há porque temer esta nova faceta do eu que emerge após o exercício.
Uma vez despindo-se destas identificações, e permitindo revelar a sua verdadeira essência, você manteria as mesmas escolhas que fez na vida?
Talvez, a partir deste processo de apropriar-se de suas verdades pessoais, seja mais viável e menos doloroso fazer escolhas diferentes. Evitando, assim, o sofrimento de voltar a escorregar em cascas de banana que se encontram em algumas esquinas da vida.
Professional growth happens through experience, knowledge and a little bit of luck. But some specialists advise: appearence can be crucial for your success.
A primeira impressão é a que fica. E você pode ter certeza de que essa é uma verdade ou pelo menos isso é o que as pesquisas falam sobre o tema. Sem sombra de dúvida, a maior parte das informações que passamos sobre a nossa personalidade ou pelo menos a forma que pensamos dá-se através da comunicação não verbal, que inclui os gestos, atitudes, reações faciais, postura corporal, o tom de nossa voz, e claro, a forma com que nos vestimos. Um simples figurino pode dizer (e muito) sobre nós!
Mas antes de falar sobre o impacto da vestimenta no mundo organizacional é preciso entender a diferença de como é formada a impressão e imagem que temos de uma pessoa. A impressão é algo instantâneo. Através das referências registradas em nossa mente, formamos uma idéia daquela pessoa e a fixamos por um período rápido de tempo. Se, para você, o bigode significa “homem vaidoso”, ao ver um homem de bigode, logo você poderá ter uma impressão de que esse homem é vaidoso. Porém pode ser que ele não seja, concorda? Por outro lado, a imagem é algo que construímos ao longo da relação com um pessoa e, após um período de convivência, formamos uma opinião com mais embasamento. A impressão é definida em 30 segundos apenas. Uma imagem não, ela só pode ser construída ao longo do tempo. E é por esse motivo que as empresas estão tendo essa preocupação.As oportunidades de negócios e a possibilidade de fixar uma boa impressão e imagem junto ao cliente poderão aparecer de forma rápida.
Inevitavelmente, quando o colaborador se apresenta com uma roupa inadequada ou sem cuidar da aparência, poderá causar uma má impressão para as pessoas
a sua volta e aos clientes da empresa e, em consequência, deixar um rastro negativo da empresa em que trabalha. Em todos os níveis hierárquicos a apresentação pessoal pode ser um fator determinante para se transmitir uma imagem positiva, tanto do próprio colaborador quanto da empresa que está sendo representada.
Por esse motivo, na última década, as empresas estão implementando o DRESS CODE, que nada mais é do que um código de vestimenta que serve para a área pessoal e profissional. O tema ainda gera polêmica, pois alguns colaboradores não concordam com as regras, uma vez que preferem se vestir da forma que lhes convém. Entretanto, acredito que se a política for elaborada de forma coerente e tiver o objetivo de conscientizar os colaboradores, além de evitar um stress extra e desconfortos, será muito positivo para ambas as partes e, claro, quem sai ganhando mesmo é o cliente final que ficará muito bem impressionado e não terá surpresas ao receber um vendedor.
Ao escolher uma roupa para se vestir, lembre-se sempre que através dela você estará enviando uma mensagem, mesmo que seja indireta....e por isso, antes de sair de casa olhe com atenção para todos os detalhes e sempre utilize o bom senso e analise se sua vestimenta está compatível com o lugar para onde você está indo... Afinal, a aparência engana, mas se você não cuidar dela, ela poderá enganar você!
Milene Rosenthal
Psicóloga com especialização em Terapia Cognitiva e pós-graduada em Gestão de Recursos Humanos, com mais de 10 anos de experiência. Atualmente, é responsável pela área de Recursos Humanos da Aitec Brasil, uma empresa européia que atua na área de tecnologia em diversos segmentos. É autora do Blog Comportamento Moderno onde escreve sobre o comportamento no mundo atual e suas tendências.
Find out if Google is the ideal solution to advertise your company and how much it's worth paying in order for it to become profitable.
Bernhard Schultze
Formado em Ciências da Computação pela PUC e pós-graduado em Marketing pela ESPM, Bernhard Schultze é diretor da SEO Marketing, agência focada em links patrocinados e otimização de sites.
Quem hoje não utiliza o Google para suas consultas na Internet? Mapas, restaurantes, pesquisas de produtos, informações sobre pessoas e empresas são pesquisas que fazemos de forma corriqueira no Google, pessoal ou profissionalmente. É - ou deveria ser - o sonho de todo empresário e profissional de marketing aparecer para seus clientes justamente na hora em que potenciais clientes realizam pesquisas pelo produto que sua empresa vende ou serviço que presta.
Esse objetivo pode ser alcançado criando-se um site altamente relevante para o Google, um tópico a ser abordado em outro artigo, ou pagando-se para aparecer nos links patrocinados.
Mas será que os links patrocinados foram feitos para sua empresa? Pense sobre as seguintes questões:
Já deu para ter uma idéia se você é um potencial vencedor no Google. Se você vende produtos muito específicos (porcas sextavadas para usinas hidro-elétricas) e conhece todos os seus clientes,
atendendo-os pessoalmente com sua força de vendas, o Google provavelmente não funcionará para você. Divulgar a sua quitanda de frutas em Santana também não será muito eficiente. Por mais que seja possível selecionar áreas geográficas bem definidas para a veiculação dos links patrocinados, os endereços dos computadores (IP), na internet brasileira, não representam com exatidão a sua localização física.
Antes de correr para o Google Adwords, a ferramenta de links patrocinados do Google, e começar a anunciar sua empresa, é preciso saber o quanto você está disposto a pagar por um clique. Sim, o Google funciona dessa forma, você paga o valor que quiser, e só paga quando alguém clica no seu anúncio, isto é, por visitas efetivas ao seu site.
O valor pago, porém, afetará o posicionamento de seu anúncio. Quanto mais você pagar, com mais destaque seu anúncio será exibido, podendo inclusive aparecer na área premium da tela do Google, aqueles primeiros resultados com um fundo alaranjado.
Se você vende presilhas de cabelo, pagar mais do que alguns centavos por clique é prejuízo na certa. Mas se você vende carros importados, certamente não se importará de pagar vários reais por um clique. No final das contas, é o acompanhamento dos resultados de vendas ou oportunidades de negócios geradas pelos links patrocinados que determinará o valor do clique ideal para a sua incursão nos links patrocinados.
E então, o Google é para você?
In general a person is hired for his\her technical competence and fired for his\her bad behavior even on the internet.
Um estudo da Proofpoint, empresa especializada em segurança de e-mails e prevenção de perda de dados, mostra que 8% das companhias americanas com mais de 1000 funcionários demitiram profissionais por seu comportamento em redes sociais. Comportamentos que vão de críticas à empresa, pares e subordinados, até o desvio de documentos privados da organização. Existem duas questões que me preocupam no que tange esta pesquisa:
Primeiro é que o profissional, ao ingressar em uma rede social, deve entender que se torna uma pessoa pública e como tal cada uma de suas fotos, palavras e imagens são passíveis de avaliação. Neste contexto, mesmo quando não está a serviço da empresa, o indivíduo é visto como um profissional dela e deste modo é avaliado.
Segundo é que a maioria ainda não tem consciência de que é sua própria marca individual e deve permanentemente zelar por sua credibilidade e reputação. É preocupante vermos profissionais que criam sobre si uma imagem de irresponsáveis pelo simples fato de não terem ainda a noção de como são avaliados.
O mundo é muito duro e injusto em suas avaliações e assim como na natureza, sobrevivem os mais adaptáveis, não os mais fortes. Nossos profissionais estão preparados para se adaptarem a um mundo onde todos se tornaram pessoas públicas?
A recomendação é que a pessoa reflita antes de escrever seu próximo e-mail, mensagem no twitter, no blog, publicar uma foto na sua rede social, ou simplesmente escrever algo que será lido por muitos. Ela está sendo avaliada! Todos nós estamos. Temos de nos adaptar. Vamos em frente!
Silvio Celestino
Senior Partner da Alliance Coaching. Vice Presidente da Federação Internacional de Coaches, Chapter São Paulo. Autor do livro "Conversa de Elevador, Uma fórmula de Sucesso para sua carreira".
The personal finance planning is for some people normal and indispensable, while for others, it is an unsettling subject.
Fernando Campello
Formado em Administração de Empresas pela FAAP. Atua no mercado financeiro desde 2006. Expertise em trading, asset allocation, assessoria financeira e educação financeira. Atualmente um dos principais palestrantes e educadores da Hera Investment.
Não saber como se organizar em matéria de custos e investimentos é bem mais comum do que se imagina. Porém, normalmente, o mais difícil mesmo é dar o primeiro passo para começar a se organizar. Muitas vezes, as pessoas evitam começar a se organizar por medo do que irão encontrar.
Planejamento Financeiro é o processo de gerenciar os recursos com objetivo de atingir satisfação pessoal, obter a independência financeira e conquistar os sonhos. Acumular riqueza não é igual a ganhar dinheiro. Esse é um dos principais erros que as pessoas cometem. Alguém que ganha um salário de R$1.500 por mês e consegue poupar todos os meses R$300,00 (lembrem desse número), tem muito mais chance de conseguir um futuro financeiro confortável do que alguém que ganha R$15.000 por mês, mas gasta R$16.000.
Esses R$300,00 reais por mês podem parecer não fazer muita diferença nos primeiros anos. No entanto, pela matemática e força de juros compostos, eles valerão muito no futuro. Muito mais do que você possa imaginar!
As pessoas não conseguem poupar por que cometem alguns erros básicos. O primeiro deles sendo que simplesmente gastam mais do que recebem. Isso pode parecer óbvio, mas pense bem. Analise o quanto você está pagando de juros no financiamento do seu carro, moradia, empréstimos, etc. A razão pela qual as pessoas conseguem acumular riqueza, é que ao invés de pagar juros ao mês, os juros trabalham a favor delas.
O segundo erro é que a maioria das pessoas investem mal o seu dinheiro. Mas possivelmente, isso não é culpa delas! Falta conhecimento e informação sobre isso. Os princípios da educação financeira e economia deveriam ser ensinados desde o colégio, como é feito na maioria dos países desenvolvidos. Aqui, as pessoas acabam aprendendo com “a vida”. Para se ter uma idéia, nem 1% da população brasileira investe em ações ainda!
A realidade é que é praticamente impossível poupar sem sacrifícios a curto prazo. Nós gostaríamos de ter mais hoje e mais amanhã. Mas isso é quase impossível. Mais hoje é provavelmente menos amanhã. O verdadeiro desafio é sacrificar para viver com menos hoje, para se ter mais amanhã. O maior desafio na construção da poupança é imediatamente sentido quando nós renunciamos algo no consumo imediato para sermos recompensados no futuro.
Porém, se estiverem dispostos a começar esse sacrifício, por menor que você ache que seja, no futuro você certamente será recompensado. “Os juros compostos são a maior força do universo” de acordo Albert Einstein, um dos homens mais inteligentes que já passaram pela história da humanidade. Por que ele diz isso?
Para se ter uma idéia de quanto os juros compostos são uma força incrível, se eu poupar e aplicar aqueles R$300,00 que mencionei no começo deste artigo todos os meses, a uma taxa média de rentabilidade de 0,75% ao mês, a taxa mínima de juros SELIC atualmente, em 36 anos terei o meu primeiro milhão. Sim! R$1.000.000! Parece ser tão simples assim, mas as pessoas se esquecem disso.
Portanto, comecem a se organizar desde já! Façam sacrifícios a curto prazo para que, a frente, tenham um futuro sem precisar se preocupar com dinheiro. Não esperem para começar a ganhar mais, para começar a poupar. Analisem seus gastos, façam planilhas com todos os gastos em um mês para saberem onde podem economizar mais facilmente, façam cursos, freqüentem palestras sobre finanças e procurem um assessor financeiro para ajudar em seus investimentos.
O futuro financeiro de cada um só depende de nós mesmos.
In March 2009 I created a small group at LinkedIn in order to discuss corporate world issues. I would never imagine how successfull it would be!
Gladis Costa
Gerente de Marketing e Comunicação da PTC, criadora do grupo Mulheres de Negócios e autora do livro “O Homem que Entendia as Mulheres”
O objetivo desta iniciativa era discutir temas como Gestão de Carreiras, Inteligência Emocional, Responsabilidade Social, enfim, assuntos que nos envolvem todos os dias, o dia todo. Fui convidando as amigas mais próximas, principalmente aquelas com quem interagia diariamente no trabalho, em empresas parceiras, fornecedores, enfim, meu círculo profissional. Um ano depois, somos mais de 750 mulheres que se comunicam, interagem, num ciclo dinâmico e consistente de informações e encontros no mundo real.
O motivo deste crescimento só pode ser um: embora a informação exista em qualquer lugar, as pessoas precisam de um “ponto de encontro”, um local onde suas opiniões sejam ouvidas. Elas querem compartilhar conhecimento. E todo mundo sai ganhando! Como? Porque todo mundo tem algo a agregar: conhecimento, informação, uma experiência.
Eu vejo as pessoas como computadores. Não pelo lado frio e lógico da coisa, mas no sentido da comunicação. Se eles não estiverem conectados à internet, qual o valor deste equipamento? Nenhum, ele não distribui informação, é um “ser” estático, isolado. Não faz parte de uma rede, é uma ilha. Quando as pessoas se conectam, as coisas começam a fluir.
E é fantástica a forma como as pessoas se comunicam no mundo virtual. Porque se algumas são tímidas, não gostam de falar em público, no mundo virtual elas mostram uma outra “persona”, são falantes, dinâmicas, opinam. De todo modo, seja no mundo real
ou virtual, a informação deve ser capturada, processada e reutilizada. Isto se chama Gestão do Conhecimento e atribuo a isto o mesmo valor que a internet trouxe ao mundo dos negócios e à multiplicação da informação em geral.
Um exemplo do uso da Gestão do Conhecimento e de seus benefícios: muitas empresas acabam pecando quando não utilizam os valiosos inputs que seus clientes, funcionários, fornecedores, poderiam dar, se tivessem um espaço para expressar suas opiniões a respeito de um produto ou serviço. Bom, é claro que algumas até tem, porque isto é “moderno, legal”, mas não processam, não levam em consideração uma contribuição tão rica. Quando o cliente gosta da empresa, ele fala, ele se pronuncia, porque ele quer ver melhoria no serviço que ele utiliza.
Pelo sim, pelo não, minha pequena rede hoje já tem mais de 700 mulheres, maravilhosas, dinâmicas, inteligentes que não hesitam em colocar à disposição do grupo tudo o que tem de mais precioso: seu conhecimento.
Acabamos de realizar o 5º Encontro e a energia, a vontade de partilhar o conhecimento só aumenta. De cada encontro saimos diferentes, melhores. Queremos produzir coisas, criar conteúdos, mudar tudo, melhorar o mundo. Objetivo ousado, mas não impossível, porque somos muitas.
Assim, fica mais fácil, não é?
Wine has been produced in Chile for over four hundred years. If you´re into wine, and looking for good value bottles, you must know the history of Chilean wines.
Visto a forte conexão no passado com os vinhos franceses, o Chile é hoje uma potência por si só, oferecendo dos mais genéricos vinhos tinto e branco de mesa aos mais ambiciosos e refinados aromas.
Se você procura variedade e custo benefício, dê um mergulho nos vinhos chilenos!
Seguindo os passos dos australianos, que basearam seu mercado na relação custo-benefício de seus vinhos, a produção chilena acertou em cheio nos últimos anos. Se você estiver procurando por uma garrafa que tenha bom preço, você encontrará uma grande seleção para escolher entre os chilenos.
Mas não é somente no mercado de preços baixos em que o Chile se enquadra. Graças a investimentos bilionários em vinícolas, é possível também encontrar chilenos da mais alta qualidade (e preço!). Muitos dos melhores produtores franceses investiram no Chile e estão produzindo vinhos de altíssima qualidade. Domaine Barons de Rothschild-Lafit, um dos maiores produtores franceses, produz o excepcional Vina Los Vascos no Chile.
Produzir no Chile não somente isenta os produtores da complexa legislação francesa (garantindo total controle das técnicas de produção), como também acrescenta melhorias ao produto final, por conta do clima, do solo, e do fato de que o Chile é livre de filoxera (um minúsculo inseto sugador de seiva, aparentado com os pulgões, com um ciclo de vida muito complexo e totalmente dependente da vinha, única planta em que
pode desenvolver-se). Todas essas condições fazem do Chile o local ideal para produtores, que podem experimentar e estender ao máximo as fronteiras da produção.
Você sabia?
José Eduardo V. de Moraes
José Eduardo Vieira de Moraes
Engenheiro agrônomo. Especializado em entomologia da videira no Centro Nacional de Pesquisa de Uva e Vinho da EMBRAPA em Bento Gonçalves, RS. Fez treinamento básico e avançado em Degustação de Vinhos na ABS, SP (Associação Brasileira de Sommeliers). Organizou e participou de diversas sessões de degustação de vinhos.