Why is it still important to know how to write? Effective writing and reading skills are as important for effective communication as speaking and listening skills.

Regina Rezende
professora de inglês há mais de 20 anos, certificada pela Universidade de Cambridge (Certificate of profiency in English, Teacher Knowledge Test). Atuou como secretária Executiva bilíngüe de grandes empresas multinacionais tais como BankBoston, Booz Allen & Hamilton e Banco Santander Banespa. Formada em Relações públicas, atualmente cursa Gestão de RH. Desenvolve e apresenta workshops e imersões focados em inglês para secretárias. É autora do blog “English for Secretaries”

Do it “write”!

É muito comum ouvirmos os alunos falarem: “Eu não preciso saber escrever nem ler, eu só quero falar!”. Além do fato de ter esquecido também da habilidade de ouvir, eu acho engraçado e curioso este tipo de argumentação. Isso sem falar quando dizem: “De gramática então, eu não quero nem saber!”. Volto mais uma vez ao meu discurso que falar uma língua bem é conhecer todos os seus lados, saber usar todas as suas habilidades. Você pode não ser um expert, mas tem que saber mais do que apenas “se virar”. E isto toma uma proporção macro se estamos falando de secretárias... bilíngues.

No caso de nossa profissão que se inclui na área administrativa, a habilidade da escrita continua sendo uma das mais importantes. Afinal, as “primeiras secretárias” do mundo foram nada mais nada menos do que... os escribas! portanto, temos que “do it write!” como certa vez vi em um livro, brincando com as palavras “write” e “right”. Hoje em dia, é realmente raro termos que escrever uma carta, mas dentro do mundo corporativo, alguns emails podem ser tão formais quanto uma carta. Você pode não ter mais as regras tão rígidas quanto as que haviam para escrever as cartas, mas ainda há uma separação clara entre em um email formal e um email informal, da mesma forma que a escrita de um convite para uma festa é absoluta e obviamente diferente de uma mensagem de condolências.

Sem falar (claro) de cartas de apresentação, currículos, ensaios, monografias, todos estes representam quem você é através da escrita. Em casos assim, o seu estilo de escrever e sua habilidade em usar as palavras revelam muito de sua personalidade. Em um mundo onde as pessoas usam tantos “atalhos” para se expressar, não deixe que a informalidade tome conta também da sua escrita ou, se tomar, tenha certeza de que ela limita-se a conversas entre amigos e não entre parceiros de negócios, colegas de trabalho e muito menos com seu chefe! Uma escrita excelente lhe traz respeito, uma escrita pobre, ao contrário, é de difícil compreensão e deixa uma má impressão a seu respeito. É muito comum haver uma interpretação errada de um determinado assunto por causa de escrita errada.

E se você ainda acha que regras de escrita não se aplicam ao mundo moderno dos emails, me responda: COMO VOCÊ SE SENTE AO LER UMA FRASE TODA ESCRITA EM LETRAS MAIÚSCULAS? Não parece que estou gritando com você? Esta é apenas uma das regras de comunicação moderna via email: nunca escrever em letras maiúsculas, pois a impressão é de que você está gritando com quem está lendo. Ou seja, nossas habilidades de escrita são e sempre serão parte essencial do nosso trabalho, por mais que o tempo passe, por mais que pareça que a modernidade está fazendo com que algumas habilidades entrem em extinção.

Regina Rezende

The sustainability proposal invites us to rethink about our vision of the world.

Leonardo Coelho
Coordenador do pOST MBA em Inovação e Sustentabilidade do B.I International. É Diretor de Comunicação Social da FUNDAMIG e o sócio do Instituto Ver. Coordenador Geral do Espaço Criança Esperança- BH. Autor do livro “Mundo em Transformação: caminhos para o desenvolvimento sustentável” Editora Autêntica 2006.

O problema do Ser
e a Sustentabilidade

O debate contemporâneo sobre a sustentabilidade traz uma reflexão fundamental aos comportamentos individuais e das coletividades. Sachs (1993), para operacionalizar o conceito, propõe que a sustentabilidade se dá em cinco níveis: (a) social, que se refere à equidade social, ao acordo entre as atuais gerações; (b) a econômica, que diz respeito aos fluxos regulares de investimento, eficiência na gestão de recursos produtivos e ao desenvolvimento de fontes endógenas de poupança e investimento; (c) ecológica, que trata do cuidado com o meio ambiente, substituindo combustíveis fósseis pelos renováveis; (d) o espacial, que procura o uma configuração rural urbana equilibrada e a melhor solução para assentamentos urbanos e a (e) sustentabilidade cultural, que se refere ao respeito à diversidade cultural e às contribuições das diferentes culturas a cada local. Por esta proposta, podemos perceber uma base conceitual que está calcada em princípios e valores que propõem um modelo mental distinto dos padrões tradicionais de desenvolvimento individualista.

O comportamento ególatra, que redunda em ilhas de desenvolvimento material exclusivista, é forçado pelo momento histórico planetário a ir de encontro com uma realidade superior, pois a noção de felicidade evolui do que se detém, de carácter fugaz e transitório, para o que se tem, ou seja, as conquistas de valores morais. E esses valores vão orientar a relação do homem com outro, com o meio ambiente, consigo mesmo e com a realidade transcendente da vida, como estabelece o prof. António Carlos Gomes da Costa. A proposta da sustentabilidade vem nos convidar a repensar nossa forma de olhar o mundo e de construir uma sociedade mais justa e fraterna a partir da transformação pessoal e particular a cada ser, que irá determinar a sua trajetória e probabilidades de participação nesse ínterim. Isso significa protagonizar uma atitude de cuidado e responsabilidade em relação às cinco dimensões anteriormente descritas. É um desafio inexorável, que diz a todos nós e à possibilidade de existência das gerações futuras.

Leonardo Coelho

From time to time every human being is convened to dealing with all kinds of losses: the death of someone you love, losing a job, the end of a relationship...

Débora Andrade
psicanalista, pós-graduada em Administração de Empresas pela FGV. Dedica-se ao atendimento clínico em consultório, também trabalhando com grupos. idealizadora e gestora do projeto Instigar, presta serviços de consultoria a empresas, utilizando para isto conceitos de psicanálise & gestão

Lidando com perdas...

Para efeitos de facilitar este artigo, foco a análise dos processos psíquicos envolvidos ao se lidar com a morte de uma pessoa amada. Mas tenha em mente que, em todas as perdas citadas anteriormente, se instaura um processo de luto, onde alguns aspectos temporários são comuns:

  • Desligamento do mundo externo: ele não tem mais graça alguma... nada chama a atenção;
  • Desânimo: uma vontade de se afastar de toda e qualquer atividade corriqueira... nada tem muito sentido;
  • Perda da capacidade de amar: como se, na adoção de “novos amores”, se estivesse “substituindo” aquele que se foi.

Isto sem falar de diversos outros sentimentos envolvidos... Mas o fato é que, de uma hora para outra, uma pessoa amada, que recebia constantemente investimento emocional, deixa de existir. Mas o investimento emocional propriamente dito não desaparece junto com a pessoa que se foi. A “fábrica” deste investimento continua funcionando forte e constantemente, porém sem ter um destino vivo para esta produção...

Cito Freud: “Em que consiste, portanto, o trabalho que o luto realiza? O teste da realidade revelou que o objeto amado não existe mais, passando a exigir que toda a libido seja retirada de suas ligações com aquele objeto.”

Em outras palavras, como certa vez ouvi de alguém: “o luto é uma gestação ao contrário”. É necessário, em um primeiro momento, aceitar a perda, e então elaborar isto. E, aos poucos, deixar de investir emocionalmente nesta pessoa. É “fácil” falar isso, porém tão difícil de vivenciar, não é mesmo? Inicialmente, a “ausência da pessoa” está muito presente. Neste ponto, há uma tendência natural, muito bem colocada por Melanie Klein: “o indivíduo de luto obtém um grande alívio ao recordar a bondade e as boas qualidades da pessoa que acaba de perder. Isso

se deve em parte ao conforto que sente ao mater seu objeto amado temporariamente idealizado.”

E, muito lentamente - na velocidade subjetiva que os recursos psíquicos que cada sujeito possui permitir - ao ser comprovada pelo teste da realidade que o ser amado não está mais disponível para ser investido, cada uma das expectativas em relação a ele é, então, “desinvestida”. Desligada, por assim dizer. Ou seja, todos os vínculos de investimento emocional são psiquicamente reavaliados. Como resultado deste processo não significa esquecer o ser amado perdido. Não! Não é disto de que se trata! As lembranças e a saudade obviamente permanecem! Mas simplesmente a fábrica de investimentos emocionais deixa de depositar neste ser amado novas e constantes expectativas geradas internamente.

Simultaneamente a este processo de teste de realidade e desinvestimento, o indivíduo vai resgatando aos poucos sua confiança (em si mesmo e no mundo), permitindo-se voltar a perceber que a pessoa perdida não era tão perfeita assim, como foi temporariamente idealizada. Resgata a percepção tanto das virtudes como dos defeitos do ser amado perdido, passando a preservá-lo em seu interior de forma integrada.

Quando o processo de elaboração do luto finaliza com sucesso, a pessoa volta a ficar “livre” para novos investimentos emocionais e novas expectativas em “novos” destinos. Então finalmente o indivíduo fica disponível para novas escolhas. A pessoa volta a perceber o mundo externo, as nuances, volta a apreciar prazeres, a se interessar em investir novamente no que lhe é importante. Volta a querer amar. Se reconcilia com seus desejos!

O luto, apesar de doloroso, é um processo de recuperação natural vivenciado por uma pessoa que sofre uma perda.

Débora Andrade

Speaking fluent English is not guarantee of a career abroad but if you have flexibility enough your chances can grow

Milene Rosenthal
psicóloga com especialização em Terapia Cognitiva e pós-Graduada em Gestão de Recursos Humanos, com mais de 10 anos de experiência. Atualmente é responsável pela área de Recursos Humanos da Aitec Brasil uma empresa européia que atua na área de tecnologia em diversos segmentos. É autora do Blog Comportamento Moderno onde escreve sobre o comportamento no mundo atual e suas tendências.

Diferenças culturais: Cuidado
para não globalizar conflitos!

Muitos profissionais tem como objetivo atingir uma carreira internacional, pois acreditam que esta experiência seja muito importante não só para o currículo, mas também para o desenvolvimento pessoal e profissional. Porém , ter inglês fluente e o passaporte pronto não garantirão que o profissional esteja 100% apto a ser escolhido. Há um conjunto de fatores importantes a serem avaliados, onde no meu entendimento, o mais importante é a capacidade de se adaptar a mudanças de forma rápida e constante.

As multinacionais sabem a importância de investir em políticas e procedimentos para que o processo de expatriação seja feito de forma mais tranqüila e organizada possível, a fim de evitar confusões e transtornos. Entretanto, apesar de toda essa precaução, no dia-a-dia e na adaptação desse profissional na equipe, poderão ocorrer inúmeros conflitos e situações estressantes. Lembro de um relato de um colega de RH que trabalhava em uma multinacional, onde estava programada a vinda de dois estrangeiros para um projeto no nordeste brasileiro. Os estrangeiros, na ansiedade de buscar informações sobre o Brasil, se anteciparam e conversaram com um das pessoas da equipe brasileira onde fizeram algumas perguntas, sendo que duas delas chamaram a atenção: "No Brasil já tem internet? As ruas são asfaltadas?" Imediatamente as pessoas da equipe ligaram indignadas para a área de RH dizendo que os estrangeiros eram preconceituosos e muito mal informados, e que como poderiam achar aquilo de um país economicamente tão desenvolvido? Pronto, o conflito estava iniciado! Neste momento, muito provavelmente, as pessoas dessa equipe criaram um pré-conceito, e quando os colegas estrangeiros

chegassem, haveria um bloqueio e consequente dificuldade de integração e adaptação da equipe. Em conseqüência a parte mais prejudicada será a empresa, que terá uma área com a produtividade diminuída em decorrência de conflitos internos. Essa situação deve ser administrada pela área de RH e ser resolvida. Neste caso, em específico, a fonte de pesquisas dos estrangeiros havia sido a internet, e realmente, se você entrar em um site de busca e escrever “nordeste do Brasil” verá as imagens que aparecerão e assim você entenderá a preocupação desses profissionais sobre o desenvolvimento do local que eles estavam prestes a morar. (Só aparecem nas imagens praia e mato!)

O exemplo acima foi apenas para ilustrar como uma simples pergunta poderá gerar sérios problemas. Agora imagine quando aparecem conflitos que envolvam questões mais delicadas, como religião, leis trabalhistas locais e costumes arraigados. Tudo fica mais potencializado e se mal administrado e orientado, poderá virar uma bomba relógio...

Acredito que a área de RH deverá formular políticas e manuais de orientação com informações detalhadas sobre o destino que o colaborador trabalhará, bem como um manual dizendo o que pode ou não pode fazer a fim de evitar possíveis constrangimentos. E claro, aliado a todo esse trabalho, selecionar e identificar apenas profissionais que tenham muita flexibilidade, e excelente capacidade de adaptação e administração de conflitos para que nos momentos mais delicados ele tenha “jogo de cintura” para amenizar e resolver problemas, mantendo assim um ambiente de trabalho positivo.

Milene Rosenthal

Tannat is a minor red wine variety that deserves to be better known.

José Eduardo Vieira de Moraes
Engenheiro agrônomo. Especializado em entomologia da videira no Centro Nacional de pesquisa de Uva e Vinho da EMBRApA em Bento Gonçalves, RS. Fez treinamento básico e avançado en Degustação de Vinhos na ABS, Sp (Associação Brasileira de Sommeliers). Organizou e participou de diversas sessões de degustação de vinhos.

Para os dias mais frios, os vinhos à base
da uva Tannat são uma boa pedida

Em dias mais frios, há uma tendência para o consumo de pratos mais substanciosos que requerem a escolta de vinhos mais encorpados. Neste contexto, os vinhos elaborados a partir da uva Tannat se apresentam muito bem, cuja compatibilização enogastronômica clássica é com o goulash, famosa iguaria húngara, prato consistente, que pede um vinho com bons taninos e destacado frescor (características do Tannat) para dar o justo contraponto.

A uva Tannat é originária da região basca Madiran, no sudoeste da França. Os vinhos da Tannat são ricos em compostos fenólicos, estruturados e de coloração muito intensa, sendo, geralmente, ácidos, algo rústicos e potentes. Se a uva é madura e o vinho envelhecido em barrica de carvalho, desde que tenha tido na sua origem (no vinhedo), taninos de qualidade, os mesmos são polidos de forma que o vinho se torne relativamente redondo, mais suave e agradável. A Tannat foi introduzida no Uruguai na segunda metade do século XIX e hoje é considerada a uva emblemática daquele país, onde se originam vinhos mais suaves que em Madiran e que com três a quatro anos já estão prontos para beber,

mas sem deixar de apresentar sua musculatura.

Dicas do mês:
Tannat Bouza 2007 - Uruguai
R$ 58,75 (Decanter)

Envelheceu 14 meses em barricas de carvalho francês e americano. No nariz, ameixas maduras e groselhas, café e alcaçuz. Taninos firmes e bom frescor.

Tannat Milantino 2005 Brasil, Serra Gaúcha
R$ 30,00 (vinícola Milantino www.milantino.com.br)

A safra de 2005 é considerada a melhor na história vitivinícola brasileira. Vinho de coloração roxo violáceo profundo. Seu aroma intenso lembra frutas vermelhas maduras, como amora, ameixa e especiarias. possui expressivo volume na boca, confirmando o que apresenta no aroma.


José Eduardo V. de Moraes

In the business world, the position of the dices is the professional’s to decide

Adriana S. Néglia
psicóloga, com MBA em Desenvolvimento Gerencial e formação em Coaching Integrado pelo ICI - Integrated Coaching Institute. Ampla experiência em Orientação de Carreira para Executivos e profissionais Especializados. Experiência de 15 anos na área de RH em consultorias nacionais e multinacional Sólida experiência nas áreas de Outplacement, Executive Search, Assessment e Coaching.

O desafio de encarar novos desafios
Você está pronto para mudar?

No mercado de trabalho, algumas propostas de mudança, às vezes, soam tentadoras como a grande chance numa mesa de jogo: arriscar muito por muito mais. Trocar de setor, mudar de cidade, assumir novas responsabilidades, tendo que aprender muita coisa e se reinventar. Você está pronto para encarar novos desafios?

No jogo, quem comanda é a sorte. No mundo profissional, a posição dos dados quem decide é o profissional. Nem todo mundo vê com bons olhos as possibilidades de mudança, mas quem vê precisa colocar em mente uma coisa: antes de fazer a aposta, ter certeza de que pode ganhar. Daí em diante, é só trabalhar, e trabalhar muito. "É necessário que a pessoa compre o desafio, se comprometa com ele e seja persistente para conseguir alcançá-lo. Além disso, deverá criar um planejamento, uma estratégia, um processo para que consiga alcançá-lo, e depois agir e fazer as correções que forem necessárias no trajeto", afirma Adriana Néglia, consultora da Career Center, empresa especializada em gestão estratégica de carreiras e recursos humanos.


Quem vai e quem fica

De acordo com a consultora, para muitos profissionais, enfrentar o desafio já é a própria realização. Segundo ela, pessoas com esse perfil "fundamentam suas carreiras na percepção de que podem conquistar qualquer coisa. para elas o sucesso

é transpor obstáculos, vencer adversários e quando conquistam algo, correm atrás de outra coisa mais complexa". para quem tem uma postura mais conservadora com relação ao trabalho, encarar mudanças pode não ser muito positivo. "Isto não quer dizer que o profissional não se adapte, ele até poderá se adaptar, mas o tempo necessário para que isto ocorra será bem maior do que no caso de quem tem sede por mudanças", afirma Néglia.


Satisfação no trabalho

"Sem dúvida que é mais fácil fazermos o que gostamos e mais difícil gostarmos de tudo que fazemos. Mas onde está o trabalho/emprego que só tem atividades que gostamos?", questiona a consultora. Néglia levanta uma questão que, muitas vezes, pesa na hora de tomar uma decisão quanto a mudanças no âmbito profissional. Desenvolver métodos que permitam o melhor aproveitamento do dia no exercício de uma função é fundamental em qualquer lugar, seja na sala nova ou na antiga. "Cabe a nós encontrarmos uma forma mais leve de lidar com as atividades que não gostamos. Se possível, realizá-las logo no início do dia, quando estamos bem dispostos. Deixe as atividades que gosta para o meio e final do dia de trabalho e o conclua seu dia de forma bem mais prazerosa", aconselha Néglia

Adriana Néglia

The coach was the tutor who used to guide children through the fields of Knowledge

Silvio Celestino
Senior partner da Alliance Coaching. Vice presidente da Federação Internacional de Coaches, Chapter São paulo. Autor do Livro Conversa de Elevador, Uma fórmula de Sucesso para sua carreira.

A origem da palavra COACH

Coach é uma palavra inglesa mas de origem húngara (kocsi). Kocs é uma cidade na Hungria que fica no condado de Komárom-Esztergom, às margens do rio Danúbio e da estrada que liga Viena (na Áustria) à Budapeste. No século XV começou a produzir carruagens que se tornaram as mais cobiçadas da época por seu conforto - elas foram as primeiras a ser produzidas com suspensão feita de molas de aço. Assim, as carruagens de kocs eram chamados de kocsi szeker. Os nativos desta cidade também são chamados de kocsi.

A palavra coach possui vários significados. Dois são os mais comuns: Veículo para o transporte de pessoas, originalmente carruagens, mas hoje alguns vagões de trem e tipos de ônibus também são chamados de coaches. Técnico ou treinador de profissionais. A passagem da palavra para este significado possui duas histórias: A primeira é de que se trata de uma metáfora. O coach era o tutor que no século XVIII guiava as crianças pelos diversos campos do conhecimento - em analogia às carruagens da época que carregavam as famílias pelos campos da Inglaterra. Esta é a passagem mais aceita.

A outra, também de origem britânica, diz que as famílias muito ricas quando em longas viagens pelo interior da Inglaterra a passeio ou a negócios, levava servos que liam em voz alta para as crianças no interior das carruagens (coaches) aquilo que elas deveriam estudar. Esses servo que ficava dentro da carruagem passou a ser chamados de coach também. O salto deste significado acadêmico para o de coach

(treinador) em esportes não foi muito grande. A partir das primeiras décadas do século XX as universidades americanas começaram a chamar deste modo os instrutores de seus atletas, especialmente os dos esportes coletivos.

No cinema e teatro americanos também é muito comum a figura docoach para os atores. Uma curiosidade. Apesar de ser considerada arcaica, a palavra “coacher” para designar o coach existe e caiu em desuso a partir da década de 1.910. Mas ainda hoje algumas empresas a adotam para referirem-se ao coach.

Nas empresas o processo de coaching é utilizado principalmente para se desenvolver competências de liderança nos profissionais.

Em português soa estranho e é por vezes desconfortável ter de utilizar o vocábulo em inglês para designar o coach. Todavia, no mundo executivo a língua inglesa é vista com naturalidade e a mistura da língua portuguesa com ela, apesar de às vezes confusa, academicamente inapropriada e muito combatida por alguns, é largamente aceita. O coach portanto é o profissional que conduz o processo de desenvolvimento.

Coaching é o nome do processo (literalmente treinamento em inglês). Coachee é o nome que se dá ao cliente que contrata o coach. Coachable (treinável) é como designamos a pessoa candidata ao coaching.

Vamos em frente!

Sílvio Celestino

Hirings happen acoording to the company's necessity: there's a project and then new employees are hired.

Gladis Costa
Gerente de Marketing e Comunicação da pTC, criadora do grupo Mulheres de Negócios e autora do livro “O Homem que Entendia as Mulheres”

Onde estão os empregos?

Meus alunos na Faculdade estão preocupados porque não encontram sequer vagas de estagiários. “professora, se não há vagas para quem está estudando, imagine então quando nos formamos. Como vai ser?", costumam perguntar.

Realmente, o emprego como se via antes, deixou de existir. O problema tem dois aspectos. primeiro, as empresas não estão mais contratando para aquele emprego “formal”, regido pelas leis da CLT de antigamente. Ou seja, as contratações acontecerão em função das necessidades: existe um projeto e aí, sim, os funcionários serão contratados em função de uma necessidade específica e pontual - por um período definido. Começo-meio-fim, só isto.

Outro aspecto é o fato das empresas estarem terceirizando o que dá para terceirizar. As revistas de negócios chamam este processo de “outsourcing”. Funciona assim, toda a empresa tem um “core business” sua atividade principal, foco de sua atuação, o que não é “core”, pode ser terceirizado. por exemplo, o core business da Universidade é prover aos alunos conteúdo em suas áreas de formação. Lanchonete, segurança, limpeza são serviços terceirizados. Assim, fica mais fácil gerenciar o trabalho, porque existe um ponto focal responsável por cada atividade e a escola pode continuar gerenciando seus negócios de uma forma profissional e estruturada. Fazendo bem o que ela sabe e deixando para empresas especializadas o que não é seu negócio principal. Faz sentido!

Por isto, o mercado de trabalho talvez esteja hoje voltado para serviços e é nesses parceiros de

negócios que existirão os empregos. E nessa linha, Entram todos os tipos de consultoria ou prestação de serviços: RH, Marketing, Tecnologia, Vendas, Finanças e por aí vai. Então quando meus alunos perguntam onde estão os empregos, eu devolvo a questão: “Qual é o seu core business?” O que você faz que o torna diferente e melhor do que os outros?” “Quanto você entende do seu negócio?” porque se as respostas forem “não sei”, não haverá emprego. A carreira começa nos bancos da universidade. Como o estudante vai gerenciar sua vida acadêmica demonstra um pouco como vai gerenciar sua carreira depois de formado. Todo mundo sabe por exemplo que um segundo ou terceiro idioma nem é diferencial, é uma obrigação, tem que fazer parte do DNA, porque todo mundo tem, por exemplo e outros cursos de especialização, certificações em sua área de atuação que realmente agreguem valor em seu curriculum.

Aí entra o conceito de empregabilidade, ou seja, o conjunto de conhecimentos, habilidades e comportamentos que tornam um executivo/profissional importante não apenas para sua organização, mas para toda e qualquer empresa; são características que transcendem à organização, pois atendem às necessidades do mercado de executivos/profissionais como um todo. É o que nos torna o candidato ideal.

Para o estudante pode até ser um assunto um pouco prematuro, mas não estamos construindo nosso futuro hoje, agora?

Gladis Costa

A revista Go! English oferece aos seus leitores uma forma divertida, informativa e natural de aprender a língua inglesa ou aprimorar os conhecimentos do idioma. Traz exercícios, textos e dicas de sites úteis para o leitor praticar e ir além. Cada edição da revista Actual English vem acompanhada de um CD-ROM com artigos em áudio, atividades e tradutores para ajudar no desenvolvimento da compreensão e da pronúncia.

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1. the global _____________ crunch
2. salary or wages
3. an occupation or profession, one’s lifework
4. the earth or globe
5. a pie ________________ illustrates data
6. a ___________________ for getting ahead in business
7. Make your deposit here.
8. WWW
9. something that may be chosen
10. 1/100
11. Sometimes in business, you have to take a _________________________.
12. development or increase in business
13. a way out
14. an interwoven network
15. disparity
16. The boss is _____________hungry.
17. the act of asking for something to be given or done
18. a corner _______________ with a view
19. the shares of a particular company or corporation
20. president Obama wanted to give American businesses _________________.
21. (across) Let’s make a ______________.
21. (down) individual facts, statistics, or items of information
22. In business, don’t break the ________!
23. the almighty _______________
24. to raise _______________ for an investment
25. It’s all about making _______________.