Aproveite essa edição do Networking Clubs para atualizar sua carreira:
Have a pleasant reading!
Todo o mundo, literalmente, conhece o Google e utiliza-o para as suas buscas online. Cada dia, mais empresas dão-se conta do potencial de negócios do Google e anunciam seus produtos e serviços em seus resultados de busca. O que poucos anunciantes sabem, ou pelo menos sabem como fazer bem, é explorar a rede de conteúdo do Google para atingir clientes em diferentes estágios do processo de compra. Antes de mais nada, é preciso entender o que é essa tal rede de conteúdo, também conhecida como Adsense.
Exemplo: O site XYZ possui ricas informações sobre algum tópico, como por exemplo carros antigos. Milhares de pessoas acessam esse site e o editor do XYZ gostaria de ser remunerado por esses acessos. Sai então atrás de potenciais anunciantes para o site, e descobre que essa tarefa não vai ser nada fácil. Entra em cena o Google Adsense. O editor cria uma conta, gera um código a ser incluído no site e pronto, anunciantes ansiosos em aparecer para o público alvo do site passam a ter seus anúncios exibidos em questão de minutos. O Adsense encurtou drasticamente o caminho entre anunciantes e provedores de conteúdo.
Continuando o nosso exemplo, a sua editora está lançando uma revista focada em carros antigos. Você já distribuiu exemplares na última feira do setor, mas sabe que milhares de pessoas não vão a feiras mas pesquisam sobre o assunto na internet. Além do site XYZ, outras centenas de sites do Brasil e do exterior são acessados pelo público alvo da revista. Além disso, sites de notícias constantemente veiculam notícias sobre eventos relacionados a carros antigos. Como chegar até pessoas? Como atingir potenciais leitores de Portugal?
Você pode entrar em contato individualmente
com cada um dos sites, negociar valores de publicidade, entender quais os formatos de banners e links patrocinados suportados por cada site ou, mais simples e barato, anunciar na rede de conteúdo, atingindo instantaneamente sites que já fazem parte do Adsense.
O Google permite diversos filtros na rede de conteúdo:
Note porém que a rede de conteúdo possui uma característica diferente da rede de anúncios em resultados de busca. Quando realizam uma busca no Google, as pessoas estão mais perto de concluir uma compra ou contratar um serviço. Esse não é necessariamente o caso na rede de conteúdo. Pessoas lendo matérias de turismo no Caribe possuem uma probabilidade média menor de adquirir um pacote de um cruzeiro no Caribe do que alguém digitando no Google "contratar cruzeiro no Caribe". Por outro lado, você pode divulgar nesses sites pacotes para uma ilha que poucos conhecem, como Turks and Caicos, visto que pouquíssima gente digitaria "pacotes de turismo para Turks and Caicos" no Google.
O importante é entender que a rede de conteúdo fará sua empresa chegar ao seu público alvo através de sites frequentemente acessados por eles.
De vez em quando eu ouço pessoas dizerem “não dá para trabalhar nesta empresa, o pessoal aqui é muito estranho, muito complicado, são todos egoístas”!
Isso me faz lembrar a história de um jovem que chegou em uma cidade, aproximou-se de um velho e perguntou: “Que tipo de pessoas vivem neste lugar?”.
Ao invés de responder, o velho perguntou: “Que tipo de pessoas vivem no lugar de onde você vem?”. “Ah! Um grupo de pessoas egoístas e malvadas”, respondeu o rapaz, “estou satisfeito de haver saído de lá”. E o velho replicou: A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.
No mesmo dia, um outro jovem chegou ao local e vendo o ancião perguntou-lhe: “Que tipo de pessoas vivem por aqui?”.
O velho respondeu com a mesma pergunta: “Que tipo de pessoas vivem no lugar de onde você vem?”. O rapaz respondeu: “Um
magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter que deixá-las”. “O mesmo encontrará por aqui”, respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho: “Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?”. Ao que o velho respondeu: “aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos, também os encontrará aqui’.
Ou seja, cada um encontra na vida exatamente aquilo que traz dentro de si mesmo. O ambiente de trabalho somos nós que criamos e isso só depende de nós”.
Há algum tempo começaram a aparecer nos anúncios de emprego um requisito: “capacidade de trabalhar sob pressão”. Ora, se as empresas estão destacando um requisito que de certa forma já deveria ser considerado é porque ainda existem muitos profissionais que não conseguem trabalhar em ambiente com muita pressão. Digo muita, pois hoje em dia, quem está ativamente vivendo nos tempos modernos, está sob pressão o tempo todo. Tudo tem que ser feito rapidamente e, de preferência, em um curto espaço de tempo. É a pressão da fila do supermercado, do trânsito, do medo de ser assaltado, do horário de buscar os filhos na escola, e assim vai... Entretanto, mesmo vivendo dentro deste cenário, muitas pessoas ainda não conseguem viver e trabalhar num ambiente de pressão. E acredito que essa característica só poderá ser desenvolvida com treino diário, afinal estamos falando de uma habilidade.
Nas empresas, as pessoas que não se adaptam a um ritmo intenso de trabalho e prazos curtos de entrega podem ter reações diversas, como choros e até explosões, ou até mesmo desenvolver doenças psicossomáticas por sofrerem frustrações constantes.
E hoje, ao ver o cenário das empresas modernas, acredito que este requisito já faça parte do ambiente de trabalho. E este fato é fácil apurar: imagine você, ao entrevistar um candidato e ao perguntar a ele como seria uma boa empresa para se trabalhar. Se ele respondesse: “eu gostaria de trabalhar numa empresa onde eu tivesse longos prazos de entrega, pudesse sair todos os dias no horário, e claro, contar com uma grande equipe de profissionais para ajudar nos trabalhos”, você o contrataria? Hum... muito provavelmente não! Acho que o cenário descrito por este candidato, nem em conto de fada existe, ou você já viu um príncipe não ter prazo para salvar uma princesa?
Com os conceitos de dowsinzing e produtividade, as empresas buscam cada vez mais enxugar os custos e, claro, a folha de pagamento é a grande vilã! Em decorrência disto, há uma tendência em reduzir o número de pessoas e utilizar serviços terceirizados, ocorrendo assim um acúmulo de atividades. No mercado, os profissionais que conseguem desenvolver desde atividades simples até as mais complexas são chamados de “hands on”, que significa “profissionais mão na massa”. Não é à toa que algumas empresas não mantem mais secretárias em seu quadro de colaboradores, onde os executivos acabam fazendo uma boa parte do trabalho que deveria ser delas.
Por outro lado, há aqueles profissionais que só conseguem produzir dentro de prazos apertados, e com muita pressão! Esse tipo de profissional é aquele que enrola o dia inteiro, fica navegando na internet, conversando no MSN, e adora tomar um café a cada meia hora. Ao final do dia, quando faltam poucas horas para acabar o expediente, ele se agita e começa correr atrás do prejuízo para realizar a entrega. Na grande maioria dos casos, esse profissional consegue obter bons resultados, mas que de certa forma geram um desgaste, afinal se esse comportamento acontecer de forma constante irá ocorrer uma sobrecarga e em conseqüência aumentar o nível de stress.
Uma boa forma de “domar” a pressão do dia-a-dia é usar e abusar do planejamento e da organização. Dessa forma você manterá controle do seu trabalho e de sua agenda, evitando assim atrasos e acúmulo de trabalho. E claro, o bom senso e ajuda do “chefe” também ajudarão e muito neste processo!
Muitas pessoas não conseguem passar de uma primeira entrevista de emprego. Seguem abaixo dicas para que você possa ter maiores chances de passar por esta etapa na busca de um novo emprego.
Faça seu marketing pessoal. A grande diferença entre os que passam da primeira entrevista e os que não passam é que os primeiros conseguiram deixar uma boa imagem de si próprios.
Boa sorte!
Passado um mês, como estamos no que diz respeito a sermos sustentáveis e termos padrões de decisão voltados para a sustentabilidade? O que nos motiva na hora da compra?
Preço ou qualidade? Ambos plus responsabilidade social e sustentabilidade. Em que nível estamos? Pois bem, antes de tentar responder, vamos medir a Pegada Ecológica primeiro. Com a experiência de um mês de observação, poderemos ter uma boa noção de nossas práticas. A Pegada Ecológica corresponde “ao tamanho das áreas produtivas de terra e de mar necessárias para gerar produtos, bens e serviços que sustentam determinados estilos de vida. Em outras palavras, a Pegada Ecológica é uma forma de traduzir, em hectares (ha), a extensão de território que uma pessoa ou toda uma sociedade utiliza, em média, para se sustentar.” (fonte: WWF) Para medir a sua pegada, acesse o site http://www.pegadaecologica.org.br ou http://www.myfootprint.org e faça o teste. O último site é mais completo, mas você não encontrará uma versão em português.
Meu primeiro teste revelou que o estilo de vida e hábitos adotados por mim necessitam, para sua manutenção, um pouco mais que 1 planeta Terra. Mais que insustentável. Se por um lado a escolha dos produtos e empresas já está mais coerente com o que acredito, falta ainda aprimorar a questão do transporte e tipo de alimentação, dentre outras coisas. Mudar os hábitos alimentares é extremamente difícil, pelo menos para mim. Amigos ficaram surpresos ao perceberem que a adoção de algumas práticas pouco influencia em uma mudança efetiva. A média entre nós foi de 3 planetas, para surpresa e espanto da turma...
Mudar os valores e aplicá-los de forma abrangente é um desafio que a sobrevivência nos impõe. Se mesmo com a enorme desigualdade social o ritmo de consumo planetário é insustentável, nos é imposta uma reflexão abrangente sobre valores e comportamentos. Algumas iniciativas empresariais tem mostrado que um nível de consciência mais alinhado com a contemporaneidade vem se ampliando nas lideranças. O Grupo Carrefour, por exemplo, anunciou recentemente a eliminação do uso de sacolas plásticas em toda a sua rede de lojas no Brasil, no decorrer dos próximos 4 anos. Pressionadas por uma parcela mais consciente de executivos, consumidores e investidores, muitas empresas também investem em conhecer e reduzir sua “pegada de carbono” que é parte da Pegada Ecológica. 534 dos maiores compradores mundiais de ações (bancos, seguradoras e fundos de investimentos) são signatários do Carbon Disclosure Project (CDP). O projeto atua para registrar e divulgar publicamente as emissões de cada setor e de cada organização. Felizmente, as empresas tupiniquins vem aderindo significativamente ao projeto. Segundo país em número de participantes, o Brasil só é superado pelo Reino Unido, onde a iniciativa começou. 77,5% das empresas brasileiras que foram convidadas pelo CDP em 2009 aderiram ao projeto. É uma mudança nos valores, tanto de quem investe quanto de quem produz e consome. Significa uma aposta em princípios dignos de servirem de orientação para as decisões e comportamentos das pessoas que buscam uma vida digna, respeitosa e solidária numa sociedade justa, democrática e pacífica. Temos muito o que fazer. Comecemos por nós.
Hoje, cada vez mais pessoas se preocupam com seu bem estar e atentam-se mais abertamente aos produtos, serviços e vantagens que as empresas podem oferecer. Já não bastam apenas bens de consumo e serviços “bons e baratos”, mas sim uma empresa que realmente esteja preocupada em proporcionar uma relação de confiança e proximidade com o cliente, captando e ATENDENDO suas reais necessidades.
Nasce, então, a personalização extrema dos serviços. Exigência do consumidor, realidade para empresas de todos os segmentos que desejam garantir sua perpetuação no mercado. Os exemplos de personalização estão por toda parte: “Banco X, feito para você” ou “o Banco do Marcelo, José, Maria”. A personalização chegou ao extremo de podermos montar nosso próprio tênis, oportunidade dada pela maior fabricante de calçados esportivos do mundo.
Essas ações e campanhas publicitárias proferem a seguinte mensagem: Nossa empresa quer lhe atender da sua forma. Não importa qual seja, lhe atenderemos do seu jeito. Mas como conseguir identificar e saciar REALMENTE as necessidades de cada cliente?! Fomentando a interação do capital humano com o cliente. Em outras palavras, intensificando a comunicação humanizada entre as partes.
A questão é que essa qualidade de comunicação, necessária para humanizar as relações comerciais por meio da servidão, exige percepção apurada, que floresce primeiramente no pessoal para só
então despontar no profissional. As empresas não entendem isso, apenas querem que seu capital humano, do dia para noite, adquira a sensibilidade para captar todas as necessidades dos clientes.
De igual forma, no teatro, o ator em formação, antes de conseguir interpretar um papel com destreza, precisa se autoconhecer por intermédio de um processo de desenvolvimento pessoal. Processo esse que permite potencializar: criatividade, segurança, naturalidade, autocontrole, confiança, serenidade, preparo para o inesperado; que se materializam por meio de uma única habilidade: a comunicação plena.
A comunicação é uma competência de origem comportamental, tendo seu aprimoramento atrelado ao autoconhecimento. Existe ambiente mais lúdico e descontraído para potencializá-la que o teatro?! Claro que não! Então por que as empresas insistem em RACIONALIZAR o desenvolvimento comportamental que tem cunho meramente humanístico?! E por que as pessoas insistem em aprender com a vida onde o processo é mais longo e doloroso!?
Simplesmente porque buscam atender suas vontades ao invés das necessidades, buscando o caminho imediatista e aparentemente mais fácil. Como dizia o filósofo Platão por volta do século 4 antes de Cristo, “a necessidade é a mãe de todas as invenções”.
Satisfações Teatrais!
Valéria trabalha numa multinacional. Uma vida louca. Ela gostaria de fazer um curso de meditação, relaxamento, estas coisas mais zen, mas nunca tem tempo. Não consegue deixar de sentir uma pontinha de inveja das amigas que têm filhos e maridos. Talvez no fundo quisesse ser como elas, mas as coisas foram acontecendo e acabou optando por uma carreira onde filhos seriam um elemento complicador. Ela sente falta de alguém com quem conversar ao voltar para casa, esta é a verdade.
As amigas a invejam porque ela tem uma carreira. É dona de seu nariz. Entra e sai quando quer. Só esquecem o fato de que ela é a chefe da casa, com todas as responsabilidades que a função exige: uma só fonte de renda para assumir todas as despesas para manter a casa funcionando. Acham que Valéria leva uma vida divertida, pois quando não se tem filhos, a vida é cheia de aventuras. As amigas sempre sonharam em ter uma vida selvagem, descobriram isto tendo filhos, mas não era exatamente o que tinham em mente.
É um sábado à tarde. Valéria e as amigas estão em sua cozinha conversando. Ela lhes serve um café e comenta, resignada, que estará viajando nos próximos dias. Elas querem saber dos executivos charmosos que ela encontra nestas viagens. Valeria dá um sorriso amarelo, assim como ela, estes profissionais estão a serviço de uma empresa que mede o valor do executivo em função de sua produtividade. Ela comenta que sim, verá vários homens durante a viagem, mas eles correm muito, e como ela, não estão
prestando atenção nas coisas que acontecem ao redor. Não dá tempo.
Curiosas, querem saber se ela já conheceu alguém, assim, de uma forma mais pessoal, não apenas um encontro casual, mas algo que continuou após o vôo. Ela sorri, lembrando de um ou outro rosto com quem ela desejaria de fato ter tido algo mais, mas assim como ela, eles também decidiram que a carreira é a coisa mais importante naquele momento - no fundo concordam que uma casa com crianças, cachorro latindo e um jardim na frente da casa são itens que eles não podem ter, talvez jamais tenham. E aqueles e aquelas que têm, culpam-se pela ausência do lar e distanciamento dos filhos, que praticamente nem viram crescer.
Enquanto as amigas comentam emocionadas que isto sim é uma vida interessante, ela só consegue pensar que o que mais gostaria de fazer seria levar as crianças para cursos de inglês, ballet, judô, preparar o almoço à tarde, bater um bolinho para o lanche, sorrir cada vez que a criança inventa algo diferente, ficar orgulhosa pelas boas notas do filho e mais do que nunca, perceber que o importante mesmo na vida é plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro.
Ou pelo menos ter um filho, torcer para que ele seja um escritor e esperar que seu neto goste de plantas. Aí sim, o ciclo terá se completado.
Na semana passada, o Comitê de Politica Monetária (COPOM), liderado por Henrique Meirelles, aumentou a taxa de juros em 0,75 pontos percentuais para 10,25% ao ano. Medida tomada para conter as pressões inflacionárias recentes por causa do forte crescimento do Brasil.
Explicando brevemente, quando há um ciclo forte de crescimento, há um desequilíbrio. Com mais demanda do que oferta, os preços em geral aumentam. A previsão de crescimento do PIB em 2010 foi elevado de 6,6% no ano para 6,99%. A estimativa para o IPCA subiu de 4,72% para 4,76% esse ano. Para manter a inflação abaixo de 5% ao ano, o COPOM aumenta as taxas de juros para restringir o crédito e o crescimento, evitando uma “bolha de preços”. Bem resumidamente, é isso.
Dito isso, segue o título desse texto: aproveitem a renda fixa. A 10,25%, alguns produtos de renda fixa já estão sendo cotados em 12% ao ano (pré-fixado), voltando para o velho 1% ao mês, que martela na cabeça dos brasileiros como referência histórica.
A caderneta de poupança, que por lei é fixada em 6% ao ano mais a variação da TR (taxa referencial de juros), perdeu a sua atratividade com a última alta da SELIC, não tendo incidência de imposto (por enquanto)
e garantido pelo Governo Federal em até R$60 mil. A atratividade foi perdida pois quando a taxa de juros básica cai abaixo de 9% ao ano, os fundos de renda fixa, normalmente com taxa de administração, rendem igual ou muitas vezes abaixo da inflação e poupança.
Na medida em que o país cresce, as taxas de juros, com os ciclos, tendem a cair. Para se ter uma idéia, as taxas de juros nos EUA e no Japão beiram a zero. De acordo com os presidentes dos respectivos bancos centrais, ficarão assim até que precisem para passar pela crise.
De acordo com especialistas e economistas, o Brasil será uma das maiores potências mundiais a partir de 2015 com a tendência atual de crescimento. Assim, nessa mesma tendência, o Brasil segue em frente possivelmente para tornar-se um país desenvolvido. Com esse desenvolvimento, as taxas de juros tendem a cair mais ainda como caíram nos países que já são potências.
Não é nada impossível traçar um cenário de taxa de juros a menos de 6% em 12 a 15 anos.
Resumindo: procure um assessor ou especialista em investimentos para conversar sobre possiblidades em Renda Fixa que os seus bancos não conseguem oferecer.
Em época de Copa do Mundo, não poderia deixar de comentar sobre os excelentes vinhos da África do Sul, em especial aqueles elaborados com a uva Pinotage.
Para traçar as origens da vinicultura na África do Sul, é necessário nos deslocarmos até meados do século XVII. Efetivamente, foi em 1659 que um colono holandês cultivou as cepas pela primeira vez, próximo à cidade do Cabo. Desde então, os vinhedos da África do Sul ganharam amplitude, permanecendo concentrados na parte sudoeste do país, na região da Cidade do Cabo, que desfruta de clima mediterrâneo “refrescado” por correntes frias que chegam até os vales fluviais.
Vários marcos históricos relevantes são pontos de referência nesta evolução. Em 1684, por exemplo, foi criado o vinhedo mais célebre do país, berço da vinicultura sul-africana, o domaine de Groot Constantia, cujo vinho licoroso fez a alegria de Napoleão I em exílio em Santa Helena e que, à mesa de Bismarck ou de Louis Philipe, superava o tokay, o madeira e até mesmo o sauternes do Château d'Yquem. Um néctar à base de muscat que, diziam na época, possuía um único defeito: ser produzido em pequeníssimas quantidades.
O segundo marco da história sul-africana está ligado ao exílio dos huguenotes franceses, expulsos de sua pátria após o Édito de Nantes, e que, ao se instalarem no norte e no sul da Cidade do Cabo, deram origem a uma considerável expansão de vinhedos.
Outra data importante: a fundação, em 1918, da KWV, Kooperatieve Wijnbouwers Vereiniging, poderosa cooperativa vinícola estatal que controlou o total da produção até os anos 1990.
Após o fim do apartheid em 1991, e a eleição de Nelson Mandela em 1994, o mercado sul-africano de vinhos pôde, enfim, se abrir para o mundo e
estabelecer relações comerciais com nações que até então boicotavam o país.
Os vinhedos sul-africanos exportam para o mundo inteiro vinhos de qualidade e variedade reconhecidas. Os viticultores, outrora preocupados apenas com a quantidade, tiveram que modificar sua filosofia para obter produtos de maior qualidade. Especial atenção foi dada à uva Pinotage, uma uva emblemática da África do Sul.
Em 1925, um viticultor sul-africano cruzou Pinot Noir com a Hermitage (Cinsault), daí nascendo uma nova variedade: a Pinotage. Essa variedade é genuinamente sul-africana, sendo festejada mundialmente por seus vinhos marcadamente ricos. Mais de 20% dos vinhos tintos sulafricanos é produzido com essa variedade. Esta é uma casta versátil, capaz de produzir vinhos leves para serem bebidos jovens e frescos até os mais estruturados, que envelhecem muito bem em garrafa.
Dica do mês
Kanonkop Pinotage 2007
R$ 118,55 (Mistral)
Nas encostas da Simonsberg, cuja silhueta se desenha a nordeste de Stellenbosch, região demarcada mais conhecida e de maior importância da África do Sul, os vinhedos de Kanonkop proporcionam, em locais mais baixos e protegidos, tintos generosos e bem elaborados, especialmente à base de Pinotage. Este exemplar é encorpado e potente, elaborado pelo melhor e mais premiado produtor de Pinotage do país, com maturação por 15 meses em barricas de carvalho francês de Nerves, sendo 90% novas e 10% de 2° uso.
De acordo com uma pesquisa divulgada recentemente, profissionais que falam inglês e espanhol ganham quase 22% a mais que os demais trabalhadores. Embora a pesquisa não cobrisse especificamente o mercado de secretariado, os dados são relevantes e diria até que são óbvios em nossa profissão. Porém, há grande controvérsia sobre ser bilíngue ou trilingue em nosso ambiente de trabalho. Muitas vezes, as ofertas de emprego exigem que você domine a língua inglesa, porém após serem contratadas, muitas secretárias e assistentes reclamam não ser necessário o uso do idioma em seu dia a dia e acabam ficando “enferrujadas”. Mas seria esse um motivo para esquecer de praticar uma habilidade que, afinal de contas, faz parte até mesmo da nomenclatura de nossa profissão? Claro que não e é aí que entra a sua iniciativa de sempre se reciclar: seja lendo, estudando, fazendo parte de grupo, pesquisando neste mundo de oportunidades que a internet nos traz.
Muitas vezes também ouço que falar é fácil, entender é que é difícil e muitas assistentes até mesmo já me confessaram que quando olham para os identificadores de chamada e vêem algo como “00” ou “tie line”, até disfarçam e não atendem a ligação! Uma
simples ligação telefônica não pode nem deve ser um “bicho papão”, pois o atendimento telefônico faz parte do nosso trabalho e deve ser realizado com tanta competência como fazemos qualquer outra parte de rotina em uma empresa. Então caímos novamente naquele dilema: “se eu não pratico, como vou poder ter a experiência?”. É exatamente isso, não deixe de praticar em qualquer oportunidade que você tiver e tenha sempre à mão dicas que lhe ajudarão a exercer esta atividade até você se sentir mais segura. Além disso, em muitos casos, nem é ao menos uma questão de não dominar a língua, mas sim de se sentir segura falando em um idioma que não é o seu e ainda com o agravante de não ver seu interlocutor, desta maneira não podendo usar dos recursos de mímica ou linguagem corporal. Saiba frases-chave em atendimento telefônico, saiba como soletrar (e isso inclui também saber o alfabeto fonético internacional), mantenha-se calma, confie na sua capacidade de se expressar e não deixe de praticar. Você com certeza não se sentirá nem um pouco insegura para atender a próxima ligação internacional!
And remember: practice makes perfect!
Com uma certa frequencia, pais buscam apoio psicanalítico com a expectativa de resolver questões dos “filhos adolescentes problemáticos”. Porém sempre questiono quanto destas questões residem nas dificuldades dos próprios pais em dar sustentação a este complexo processo que seus filhos estão vivenciando.
Neste sentido, talvez refletir a respeito de algumas questões psíquicas comuns a todos adolescentes possa ajudar estes pais a sofrerem menos ao servir de apoio efetivo para a transição destes jovens à fase adulta.
Em primeiro lugar é importante ter em mente que a grande angústia adolescente está relacionada ao seu futuro. Há uma profunda transformação na forma como o “eu” adolescente se posiciona diante do outro e da sua própria vida. O “eu”, que já não é mais criança, porém ainda não é adulto, se questiona “quem será”, e para isto, se experimenta. Este jogo de experimentação adolescente se coloca quase como um ensaio de possibilidades de como superar dificuldades no futuro.
Também relacionado à angustia do futuro, há uma ambiguidade entre um anseio muito forte por independência, e o pânico tanto de alcançar como de não alcançar tal independência.
Somado a isto, está muito presente a avassaladora força da sexualidade que vai despertando, sem que esta “ex-criança-ainda-não-adulto” saiba o que fazer com tamanha potência.
Muitos se identificam fortemente com a essência de assuntos como filmes de terror, por exemplo, onde uma intensidade monstruosa e sem controle se coloca de forma dominadora, exatamente como a experiência que vivenciam em seus próprios corpos. Outros apresentam sintomas como medo de ladrão, insônia etc. para conseguir dar nome ao temor
que sentem desta experiência corporal que vai emergindo.
E, como toda questão psíquica, o processo de compreender e elaborar pode apaziguar tais temores. Talvez por isto filmes como “Crepúsculo” se transformem em tamanho sucesso junto aos adolescentes, pois se apresentam como veículos emprestados para o adolescente sonhar as transformações que está vivendo.
Como se já não bastasse, há o anseio de buscar uma possibilidade de diferenciação entre as expectativas de futuro que seus pais e avós depositam sobre ele, e suas próprias expectativas. O adolescente repudia tudo aquilo que “não sou eu” para poder encontrar a sua própria autenticidade e, muitas vezes, a agressividade se apresenta como forma de manifestar o repúdio, e o isolamento como uma forma de reinventar a si mesmo.
Adolescência é um período em que aparecem diferentes crises. Crises essas necessárias para que experimente diferentes possibilidades de ser, diferentes possibilidades de se colocar diante do outro. A crise aqui é necessária. A crise na adolescência não precisa ser “curada” e sim “sustentada”.
Neste ponto entra a importância do amor, confiança e segurança apresentada pelos pais para efetivamente sustentar este processo de transformação que ocorre através do inevitável confronto entre gerações.
Se não há um ambiente em que o amor sobreviva ao confronto, então o jovem não experimenta a confiança necessária para atravessar a adolescência de forma saudável.