Carolina Olival Trovó
Diretora Pedagógica do Wall Street Institute Berrini, Chácara Sto. Antonio e Vila Olímpia

Aggression is part of human nature and when properly directed in organizations can be an important tool to achieve success.

Milene Rosenthal
Psicóloga com especialização em Terapia Cognitiva e Pós-Graduada em Gestão de Recursos Humanos, com mais de 10 anos de experiência. Atualmente é responsável pela área de Recursos Humanos da Aitec Brasil uma empresa européia que atua na área de tecnologia em diversos segmentos. É autora do Blog Comportamento Moderno onde escreve sobre o comportamento no mundo atual e suas tendências.
Ir para o topo

AGRESSIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES:
ARMA OU FERRAMENTA DE TRABALHO?

Naturalmente, quando nos referimos ao termo agressividade, há uma tendência a achar que este é um sentimento negativo e que de certa forma está associado à violência. Entretanto a agressividade também tem seu lado positivo e indispensável para que as pessoas defendam seus espaços. Ela faz parte da natureza humana e do instinto de sobrevivência.

E como as organizações são constituídas por pessoas, a agressividade não poderia deixar de aparecer. Porém ela poderá surgir de diversas formas, com menos ou mais intensidade, e às vezes de forma muito sutil. Comportamentos explícitos como violência verbal e física são os mais comuns, porém há outras formas, como os comportamentos ofensivos e humilhantes que podem ser identificados com as famosas “brincadeiras” que vão desde apelidos a músicas e vídeos produzidos pelos colegas de trabalho. A forma mais comum da expressão negativa da agressividade parte dos “chefes autoritários” que usam o seu poder para desmoralizar seus subordinados ou até mesmo descontar uma insatisfação pessoal através de gritos ou palavras mais grosseiras. Por este motivo, é muito importante que a área de Recursos Humanos esteja atenta a este comportamento, pois quando ele aparece de forma frequente e repetitiva, poderá causar danos importantes à saúde das pessoas que são agredidas, como por exemplo, stress ou até mesmo depressão E, claro, esse tipo de atitude pode gerar processos legais caso se configure assédio moral.

Entretanto há o outro lado da moeda. A agressividade quando usada de forma positiva poderá agregar e muito para a organização. Quer um exemplo prático? Imagine uma equipe de colaboradores que já estão acomodados a uma rotina e tem uma produtividade na média. Ao inserir

um novo colaborador na equipe, muito provavelmente haverá uma quebra na estabilidade daquele grupo onde as pessoas, de forma instintiva, irão defender seus espaços e assim tornar-se mais agressivas. Se essas pessoas direcionarem a agressividade para a busca de resultados, a produtividade irá aumentar.

Nas empresas os colaboradores que demonstram ser mais agressivos são aqueles que trabalham na área de vendas, pois esta é uma área de muita competitividade, o que gera mais agressividade. Afinal o vendedor tem que defender seu território dentro e fora da empresa. Há muitas organizações que utilizam estratégias que estimulam a agressividade e aplicam treinamentos para moldar e direcionar esta energia de forma positiva. Lembro de uma empresa multinacional farmacêutica que no ano passado optou em treinar sua equipe de vendas em uma ação dentro da selva, onde cada participante além de buscar a sobrevivência tinha que se defender da equipe “inimiga”. Quer mais estímulo de agressividade do que isto?

E como estimular a agressividade de forma positiva? Muitas empresas se utilizam da formulação de políticas de condutas e do código de ética para moldar os comportamentos, onde impõe regras e principalmente incentivam o respeito e o limite do espaço de cada um dentro da organização objetivando uma competição leal e sem danos. A agressividade aliada a uma boa dose de inteligência, estratégia e bom senso, poderá trazer bom resultados, afinal usar “unhas e dentes” são ferramentas ultrapassadas e pouco eficientes para garantir seu espaço no mundo moderno e do conhecimento.


Comportamento Moderno

Milene Rosenthal

Never underestimate the power of positive feedback.

Pablo Aversa
Senior partner da Alliance Coaching, é Coach Executivo, Life Coach e Business Coach, formado em Administração de Empresas pela UERJ, com MBA Executivo pela BSP, e acumula mais de 20 anos de experiência como responsável direto pela construção e liderança de operações estratégicas em multinacionais dos segmentos de alimentos e varejo (Empresas da Fortune 100).
Ir para o topo

Dê feedback positivo

Nunca subestime o poder do feedback positivo. Somos rápidos para apontar os outros quando fazem algo de errado, mas algumas vezes esquecemos de reconhecê-los quando fazem a coisa certa. Dar feedback positivo pode ser uma poderosa ferramenta para motivar os funcionários. Veja como utilizá-la da melhor forma possível:

  1. Dê agora: Feedback positivo é importante demais para deixá-lo “para depois”. Diga algo imediatamente;
  2. Faça-o publicamente. Enquanto o feedback negativo deve ser dado em privado, o feedback positivo deve ser dado publicamente. Dê na fente de grupos tão grandes quanto merecido;
  3. Seja especifico. Não diga apenas: “Bom trabalho, Selma.” Ao invés disso, diga algo do tipo: “Haroldo, esse novo procedimento que você desenvolveu para encaminhar as solicitações de serviço realmente melhorou a satisfação de nossos clientes. Obrigado pela importante contribuição.” ;
  4. Faça dele um grande acontecimento. Você não quer mobilizar a empresa inteira a todo momento em que você dá feedback positivo, mas não deixe de criar tanta cerimônia quanto a iniciativa merece;
  1. Considere quem recebe. É importante considerar o sentimentos da pessoa que está recebendo o reconhecimento. Para alguém que é muito tímido, pensar nele em frente a sua equipe de trabalho é provavelmente o mais adequado. Para uma outra pessoa, talvez pendurar uma faixa, balões e bandeirolas seja apropriado;
  2. Faça com frequência. Não espere pelos grandes sucessos. Celebre os pequenos também;
  3. Faça de forma diferenciada. Grandes sucessos necessitam de grandes reconhecimentos. Pequenos sucessos precisam de reconhecimentos menores. Se você fizer uma festa para cada pequeno êxito, você diminui o efeito dela num grande êxito;
  4. Seja sincero. Não reconheça alguém por aparecer na hora marcada. Não parabenize alguém por apenas ter feito o seu trabalho. As pessoas vão perceber claramente o que você faz. Fale do coração quando você der feedback positivo.
Alliance Coaching

Pablo Aversa

There is much talk of sustainability, but what is actually being incorporated into the behavior of individuals and organizations?

Leonardo Coelho
Coordenador do POST MBA em Inovação e Sustentabilidade do B.I International. É Diretor de Comunicação Social da FUNDAMIG e o sócio do Instituto Ver. Coordenador Geral do Espaço Criança Esperança- BH. Autor do livro “Mundo em Transformação: caminhos para o desenvolvimento sustentável” Editora Autêntica 2006.
Ir para o topo

Valores e sustentabilidade:
o que nos norteia na hora de consumir?

Palavra da moda, a Sustentabilidade geralmente começa nas pequenas ações de economia dentro de casa e nas empresas. Trocar as lâmpadas, comprar eletrodomésticos mais econômicos, iniciar a coleta seletiva, economizar água, economizar papel. Já nesta fase na qual intentamos assumir novas posturas, nos deparamos com a dificuldade de mudar hábitos que estão arraigados na nossa cultura e na nossa forma de agir cotidiana.

Nas complexas cidades urbanas, além do custo de se tomar um banho demorado (que é extremamente prazeroso), nos deparamos com o tempo que não dispomos quando moramos um pouco mais distante do trabalho (sem falar dos problemas da reutilização e tratamento da água, áreas de recarga e mudanças climáticas). A mobilidade acaba sendo uma força coerciva motivadora da economia doméstica. Na experiência brasileira, a educação ainda carece de muita mobilização de todos os setores da sociedade para alcançar níveis satisfatórios. As medidas que impactam “no bolso” costumam ser mais eficazes do que o apelo para a corresponsabilidade. Lembremos dos cintos de segurança. Antes, um terror, coisa chata e desnecessária (segundo críamos). Hoje, o hábito inserido forçosamente pela Lei nos faz sentir desprotegidos e com aquela sensação de que falta algo quando não cruzamos o cinto e escutamos o “click” do encaixe.

Mudar hábitos passa, necessariamente, por uma mudança de valores morais, ligados ao comportamento das pessoas, tais como solidariedade, respeito, responsabilidade, cordialidade, afabilidade, paciência e resignação, para citar alguns. E os valores são ressignificados de tempos em tempos. Em determinada época, respeito aos colaboradores significava pagamento em dia eboas condições de trabalho. Hoje, pode significar,

além disso, cuidado com a família, benefícios sociais tais como previdência e saúde privadas, acesso a exercícios posturais e educação continuada.

A Sustentabilidade então, passa pela ressignificação dos valores dos cidadãos e das organizações, já que é um conceito de caráter sistêmico, relacionado com as soluções de continuidade da sociedade humana, em nível econômico, ambiental, cultural e social. Então, podemos estabelecer que temos dupla responsabilidade na tentativa de equilibrar atividades humanas e manutenção da biodiversidade, de forma que continuemos a nos desenvolver espiritual, intelectual e materialmente. A primeira responsabilidade, como integrantes das organizações, sejam elas empresariais e/ou sociais e, a outra, enquanto consumidores. Em ambos os casos, a postura individual pode colaborar para a aceleração das mudanças comportamentais necessárias à evolução, a partir do exemplo. Teoria só vira prática quando transforma-se em atitude. E o exemplo contamina, inspira, mobiliza e convoca pelas possibilidades que oferece. Sob outro olhar, escolher o que consumir e de quem consumir é um recado poderoso de cidadania ativa, momento no qual podemos exercer pressão para a incorporação de processos sustentáveis pelas empresas e prestigiar aquelas que vêm investindo para tornar seus produtos, serviços e processos mais “verdes”.

Mas, será que na hora de consumir, já adotamos padrões de comportamento e nos pautamos por valores que privilegiam a sustentabilidade e a responsabilidade social das organizações? Para efeito de experimentação, vamos observar nossos comportamentos de consumos até a próxima edição.

B.I. International

Leonardo Coelho

Learn how to increase your sales tracking the footsteps of its customers on your website.

Bernhard Schultze
Formado em Ciências da Computação pela PUC e pós-graduado em Marketing pela ESPM, Bernhard Schultze é diretor da SEO Marketing, agência focada em links patrocinados e otimização de sites.
Ir para o topo

Um raio X de seu site

Quantas pessoas leram o seu anúncio na revista de bairro, na Veja? Quantas pessoas de fato viram seu anúncio de 30 segundos na televisão, leram o seu folheto enviado pelo correio? Meios de divulgação offline como os descritos acima costumam alcançar um grande número de pessoas, mas medir o seu resultado efetivo pode não ser uma tarefa simples. Uma das grandes vantagens de se utilizar a internet como ferramenta de vendas é exatamente a possibilidade de acompanhar os passos de todos os seus "clientes" online de uma forma fácil, intuitiva e, ainda melhor, de graça.

O Google disponibiliza gratuitamente uma ferramenta chamada Google Analytics. Todas as informações contidas neste artigo baseiam-se nas funcionalidades desta ferramenta, apesar de existirem diversas outras com funcionalidades similares. A grande vantagem do Google Analytics é a de ser gratuita, poderosa e online, com toda a base de dados armazenada nos servidores do Google. Isso faz com com que toda e qualquer atualização - e não são poucas - seja rapidamente disponibilizada a todos os usuários. Welcome to cloud computing!

Antes de mais nada, é preciso entender qual o objetivo do site para ter o que avaliar. Chamamos de "meta" o objetivo que você espera que usuários alcancem. Para uma loja de comércio eletrônico, uma meta é uma venda. Para um provedor de serviços, um formulário preenchido. Para um fabricante, uma visita à página "onde comprar", à página de descrição de um produto ou o download do catálogo de produtos.

Veja alguns exemplos de informações que podem ser obtidas:

  • Quantas pessoas abandonam o seu site na primeira página (não encontraram o que queriam);
  • Quantas pessoas de fato chegaram ao seu site de sua campanha de e-mail marketing de Março;
  • O que digitaram no Google (Yahoo, Bing, etc) antes de entrar em seu site;
  • Quantas pessoas concluíram uma meta em seu site;
  • De que cidades, estados, países vieram essas pessoas ;
  • Quais as páginas por onde mais usuários abandonam seu site, o que pode indicar algum problema nessas páginas ;
  • Em que página pessoas mais abandonam o carrinho de compras de seu e-commerce ;
  • Qual o caminho mais frequentemente percorrido pelas pessoas em seu site até cumprir uma meta;

Além disso, é possível cruzar qualquer das informações acima, mostrando o poder de análise deste tipo de ferramenta:

  • Quais as páginas mais frequentemente visitadas por usuários de região sudeste do Brasil antes de concluir uma meta em seu site;
  • Quantas pessoas que visitaram a página "quem somos" de seu site entraram em contato através do formulário do site;
  • O que as pessoas que cumpriram uma meta digitaram no Google antes de entrar no site;
  • Quantas pessoas vindas de seu email marketing concluíram uma meta no site.

São inúmeras as possibilidades de combinações de análise. Se a sua empresa leva a internet a sério, e considera-a uma importante ferramenta de aquisição de novos clientes, uma melhor compreensão do perfil de utilização do site passa a ser uma poderosa ferramenta para adaptá-lo às necessidades de seus clientes.

Resultado? Um site eficiente que vende!

SEO Marketing

Bernhard Schultze

Little work mistakes might have great impact in our career most of the times.

Adriana S. Néglia
Psicóloga, com MBA em Desenvolvimento Gerencial e formação em Coaching Integrado pelo ICI - Integrated Coaching Institute. Ampla experiência em Orientação de Carreira para Executivos e Profissionais Especializados. Experiência de 15 anos na área de RH em consultorias nacionais e multinacional Sólida experiência nas áreas de Outplacement, Executive Search, Assessment e Coaching.
Ir para o topo

Maiores Erros Que Profissionais
Costumam Fazer Na Carreira

Pequenos erros profissionais muitas vezes podem ter grandes impactos em nossa carreira. Saiba quais são os erros mais comuns e como evitá-los, aumentando assim a sua possibilidade de sucesso profissional.

tabela Maiores erros Career Center

Adriana S. Néglia

Why has Brazilian population increased the use of black belt medicine against anxiety as Rivotril? How do YOU deal with your anxiety?

Débora Andrade
Psicanalista, pós-graduada em Administração de Empresas pela FGV. Dedica-se ao atendimento clínico em consultório, também trabalhando com grupos. Idealizadora e gestora do Projeto Instigar, presta serviços de consultoria à empresas, utilizando para isto conceitos de psicanálise & gestão.
Ir para o topo

Como você lida
com a sua ansiedade?

Considerando a experiência clínica dos últimos anos, é comum observar que a ansiedade está entre uma das queixas mais frequentes daqueles que buscam o tratamento psicanalítico. Até mesmo para quem não é especialista nesta área, não há nenhuma novidade em relação a isto.

Porém recentemente tive acesso a este dado quantitativo: o Rivotril (remédio contra a ansiedade) é o segundo remédio mais vendido no Brasil, perdendo apenas para uma marca de anticoncepcional. (Fonte: IMS Health, publicada na revista Época em Fev/2009)

Este dado é alarmante!

Certamente há casos muito graves em que o grau de ansiedade é tão elevado que quase impossibilita que as pessoas consigam minimamente se organizarem frente as suas vidas, nas quais ansiolíticos são um coadjuvante importante.

Porém, não me parece ser exatamente este o caso de todas as pessoas participantes desta triste estatística. Quantas destas pessoas não apelam para o uso de ansiolíticos apenas como uma “fuga”, pelo simples fato de não estarem dispostas a lidar com as dificuldades inerentes do seu dia a dia?

O artigo da revista Época levanta hipóteses interessantes para explicar este fenômeno, mas meu interesse aqui é questionar como você se coloca frente a isto: Como VOCÊ lida com a SUA ansiedade?

Além dos sintomas físicos como insônia, alterações do apetite, taquicardia, respiração ofegante, tremores, sudorese, sensação de vertigem, impaciência etc. Em termos leigos, podemos dizer que a ansiedade envolve uma intensa preocupação com o que está por vir... o que está por acontecer... através da aceleração do pensamento, se “pré-ocupando” com todos os fechamentos e consequências possíveis para aquela situação.

Você se identificou com esta descrição?

Na perspectiva psicanalítica, o foco de interesse não reside em minimizar tais sintomas, e sim na investigação e elaboração da causa raiz da questão.

Quais são as situações de vida que você está submetido que estão gerando ansiedade? Quais são os riscos e os medos relacionados aos possíveis desfechos destas situações? Quais são as reais dificuldades em se lidar com estes riscos? Em outras palavras, quais são os conflitos psíquicos inconscientes envolvidos nestas situações que geram ansiedade?

Sem tratar estas questões, o uso de ansiolíticos é apenas um paliativo temporário, um “atalho”, para tentar eliminar sintomas. Mas o que acontece ao se suspender a medicação sem ter trabalhado a “causa raiz” psíquica do problema? A cada nova situação estressante, a ansiedade volta!

Independente do método usado, o essencial é que a pessoa se implique no seu processo de evolução. Ou seja: se comprometa a realizar um trabalho psíquico. Neste sentido, o objetivo da terapia é auxiliar na criação e fortalecimento de ferramental psíquico que possa ser acionado e utilizado em novas situações estressantes de vida que certamente estão por vir. Permitindo, desta forma, que se encare as novas situações por ângulos distintos e de forma menos sofrida, consequentemente, reduzindo a ansiedade. Para isto, é necessário, acima de tudo, disponibilidade para um investimento emocional.

E você? Quer apenas eliminar sintomas? Ou quer desenvolver ferramental psíquico para lidar de forma menos sofrida com novas situações que podem gerar ansiedade?

Projeto Instigar

Débora Andrade

During high market volatility, many investors, especially those who invested in the euphoria of the market, are somewhat "lost".

Fernando Campello
Formado em Administração de Empresas pela FAAP. Atua no mercado financeiro desde 2006. Expertise em trading, asset allocation, assessoria financeira e educação financeira. Atualmente um dos principais palestrantes e educadores financeiros da Hera Investimentos.
Ir para o topo

Investindo no mercado de ações
durante períodos de volatilidade

O Índice BOVESPA, o principal indicador de desempenho médio das ações da bolsa brasileira, chegou a se valorizar mais de 2,8% no ano, e hoje acumula uma queda de mais de -12% no ano. As ações consideradas mais operadas e recomendadas pelo mercado, como Petrobrás e Vale do Rio Doce, acumulam uma perda de -24% e -3,7% respectivamente. É preciso ter sangue frio para ver o seu investimento se depreciando tão rapidamente assim em tão pouco tempo. Assim, ao contrário do que muitas pessoas falam, investimento em renda variável, embora hoje em dia mais acessível a todos, não é para qualquer um. Tem que se ter o perfil adequado para esse tipo de investimento.

A regra numero 1 de investimentos em ações (ou pelo menos deveria ser), é comprar na baixa e vender na alta. É claro, que se fosse tão claramente visível assim o fundo do poço e o topo, seria fácil demais. Em momentos de turbulência e alta volatilidade, muitos investidores se arriscam em fazer especulações, visando o curtíssimo prazo. É aí onde mora o perigo.

Especular no mercado de ações, visando retornos altos de curto prazo, requer muita disciplina, paciência, tempo e acima de tudo, muito conhecimento. Para isso, deve-se procurar cursos e palestras sobre análise gráfica e técnica (Utilizando técnicas matemáticas e estatísticas), leituras e consultar profissionais do mercado que irão te ajudar a operar e tomar decisões. Os profissionais vão

conseguir, melhor do que ninguém, balizar o quão arriscado é tomar uma determinada posição e dependendo, até ajudá-lo a tomar a sua decisão.

Porém, mesmo com muita experiência, a média é perdedora. Não conheci ainda alguém que não seja profissional que, consistentemente, conseguiu obter lucros de curtíssimo prazo. O problema fica ainda maior quando se opera alavancado, ou seja, operando com mais R$ do que se tem, usando uma carteira de ações ou dinheiro como margem, buscando ganhos mais altos mais rapidamente. É aí onde muitos quebram ou até ficam devendo nas corretoras.

Então, o que fazer em momentos assim? Investir em empresas na bolsa é um investimento de longo prazo. Certifique-se de que você saiba em que empresa está investindo, o que ela faz, se ela apresenta lucros consistentes historicamente, se o produto dela é bom, entre outros fatores. Um dos maiores erros dos investidores de curto prazo, é comprar ações. Das quais eles não entendem nada do que a empresa faz, quem são seus gestores, etc. Se por acaso a análise de empresas for algo complicado ou tomar demais o seu tempo, converse com um profissional da área ou invista em um fundo onde o gestor tem um histórico de lucros consistente.

E lembre-se, Bolsa de Valores não é cassino, é investimento!

Hera Investment

Fernando Campello

Know your new boss' style before saying "yes".

Gladis Costa
Gerente de Marketing e Comunicação da PTC, criadora do grupo Mulheres de Negócios e autora do livro “O Homem que Entendia as Mulheres”
Ir para o topo

Dicas para entrar na empresa
com o pé direito

Pois é, você começou uma nova fase na sua carreira: nova empresa, novos colegas, novo chefe! Passar por todas as entrevistas necessárias e ser chamado para ocupar um cargo pode ser uma ótima notícia, mas o que acontece quando você percebe que o trabalho é tudo o que você queria na vida, já seu futuro chefe, nem tanto...

Um exemplo interessante é o trazido por JP. Ele está enfrentando uma situação muito complicada em seu emprego. Ele conta:

“Trabalho numa empresa pequena. Das oito posições, seis são novos funcionários, com menos de seis meses de casa. Cinco destas posições foram abertas porque os funcionários saíram da empresa.

Nos primeiros meses, fomos bem tratados pela nossa gerente. Depois disso, ela resolveu mostrar sua real personalidade. Sempre questiona nossas decisões e quer tudo do jeito dela, o que significa que será o "jeito certo" de fazer as coisas. Se você for pego conversando com outra pessoa no escritório, ela vai lançar seu olhar ameaçador, ela tenta nos manter o máximo possível isolados uns dos outros, acho que ela não gosta muito de comunicação.

Se faço alguma coisa errada, ela não vai me chamar a atenção, vai comentar o fato com outra pessoa no escritório. Ela já teve 13 assistentes até ficar com esta equipe que tem hoje. Os funcionários que saíram da empresa comentaram que fizeram isto em função da maneira como ela os tratava e também porque ela tinha expectativas inatingíveis em relação a eles.

Agora, cinco de nós estão em busca de novos empregos. Pergunto: Há algo que possa ser feito ou temos mesmo que sair? Será que existe um jeito de descobrir qual é a política de uma empresa antes de começarmos a trabalhar? O que podemos perguntar durante as entrevistas para descobrir isto? É comum falar com os funcionários da empresa antes de batermos o martelo?"

Minha sugestão: Caro JP, durante as entrevistas é aceitável sim pedir para o recrutador descrever o tipo de gerência adotado pela empresa. Também é justo perguntar se as pessoas ficam bastante tempo na empresa. Ou ainda perguntar por que eles não contratam alguém da própria empresa para o cargo, o que aconteceu com a pessoa que ocupava esta posição ou por que eles saíram? Naturalmente, tudo deve ser feito de forma sutil e agradável.

Um bom gerente não deve se sentir ameaçado por alguém querer conversar com os funcionários ou colegas de trabalho da nova empresa. Se você é o finalista para a vaga, você pode até dizer "Nós dois temos muito a perder se eu não for o candidato adequado. Agora, para eu poder tomar uma decisão ponderada, posso conversar com as pessoas com as quais vou interagir, assim podemos avaliar se sou uma boa aquisição para a empresa ou não”.

Não é muito comum, mas se você perceber que isto precisa ser feito, vá em frente. Se o gerente olhar você com desconfiança ou se você perceber uma atitude defensiva, é melhor pensar duas vezes.

Blog da Gladis

Gladis Costa

Ah, Chianti. In the "old days", Chianti was the basket-bottle wine, served on a red checked tablecloth, holding a romantic candle.

José Eduardo Vieira de Moraes
Engenheiro agrônomo. Especializado em entomologia da videira no Centro Nacional de Pesquisa de Uva e Vinho da EMBRAPA em Bento Gonçalves, RS. Fez treinamento básico e avançado en Degustação de Vinhos na ABS, SP (Associação Brasileira de Sommeliers). Organizou e participou de diversas sessões de degustação de vinhos.
Ir para o topo

CHIANTI WINE

Nos moldes modernos, o Chianti é vendido em garrafas normais, visando uma imagem mais elegante. O Chianti é um vinho tinto produzido na Toscana.

A Toscana é célebre em todo o mundo pelos vinhos tintos de Chianti, que na década de 60 eram conhecidos por sua magreza e insignificância. Nos anos 80, a região tornou-se a ponta-de-lança da inovação vinícola na Itália. O impulso foi dado pela principal zona de denominação de Chianti, a do Chianti Clássico, e pela pequena denominação de Chianti Rufina. A uva majoritária do vinho de Chianti é a sangiovese. Muitos Chianti se destinam ainda a um consumo mais rápido, mas não o Chianti Clássico: com suas notas de framboesa e de cereja negra, seu caráter muito seco e sua forte acidez, é difícil bebê-lo jovem ou fora das refeições. Quanto ao Chianti Rufina, sua acidez é ainda mais acentuada, mas ele tem, certamente, muito mais fruta e longevidade. Uma das combinações enogastronômicas clássicas do Chianti é massa com molho ao sugo.

Há uma lenda interessante envolvendo os vinhos Chianti: Em meados do século XVII, as disputas políticas envolvendo as cidades de Siena e Firenze (Florença) quanto à extensão territorial de cada uma alcançaram também a denominação dos vinhos Chianti. A fim de resolver essa questão, foi proposta a realização de uma prova para a delimitação das fronteiras.

A prova, uma corrida, envolveria um cavaleiro de cada cidade que deveria sair em direção à outra assim que o galo cantasse na alvorada. A fronteira seria o ponto onde

eles se encontrassem. Acertado isso, o povo de Siena elegeu um galo bonito, jovem, bem nutrido para cantar na alvorada enquanto que o povo de Firenze escolheu um galo negro, magro e mal alimentado. É claro que o galo de Firenze acordou mais cedo, pois tinha fome, e cantou antes do galo de Siena fazendo com o que o cavaleiro de Firenze tivesse boa vantagem. Essa vantagem fez com que os cavaleiros se encontrassem já bem perto de Siena e, como consequência, a cidade de Firenze conquistou um território maior que a vizinha. Dizem que essa disputa também levou para Firenze a exclusividade do nome Chianti que é representada nas garrafas por um galo negro.


Dica do mês
Chianti Tosca Colli Senesi Ten. Valdipiatta 2004
Produtor: Tenuta Valdipiatta
Importadora Zahil
Preço: R$ 59,00


Um Chianti com excelente custo-benefício. Um típico Chianti, com a expressão perfeita da sangiovese, corpo médio e pronto para ser tomado, pois não é um vinho de muita guarda (Já está com 6 anos). Uma excelente pedida para o dia-a-dia e vai bem com almôndegas ao molho de tomate, porém sem carregar muito no tempero.

WSI Wine Tasting Club

José Eduardo V. de Moraes

Communication is a skill, or an acquired ability, such as the English language.

Leonardo Calixto
Diretor de Performance Personal & Executive Coach da EIT - Teatro para Comunicação e Negócios. Formado tecnólogo em Artes Cênicas pelo Instituto Willian Shakespeare. Certificado pelo Behavioral Coaching Institute em Personal e Executive Coach. Criador da metodologia Cultura de Performance®.
Ir para o topo

Aprovação e desaprovação:
O grande paralisador da comunicação

Vivemos em uma sociedade obstinada por resultados, sobretudo os resultados financeiros. Esta é uma realidade do século XXI que já está disseminada nas 5 áreas que compõem nossa vida: Profissional, Sentimental, Familiar, Social e Espiritual. Ou seja, acreditamos fielmente que não dá para ser feliz em qualquer uma das 5 áreas sem um montante considerável de dinheiro. Longe de mim afirmar a possibilidade de uma vida de qualidade sem dinheiro, mas que este seja nosso servo e não senhor. Do contrário nos escravizaria podando o desenvolvimento de nossas forças pessoais que ficariam a mercê de atividades que dão mais retorno financeiro ao invés de atividades que desenvolvam nossos talentos.

Em outras palavras passamos a viver pelo TER e nao pelo SER. E isto obscurece nosso brilho natural tornando nossa oratória deficiente. Afinal de contas, é primordial SERMOS nós mesmos para termos uma boa performance e assim nos sentir confiantes, seguros, espontâneos e tranquilos, essa situação sem dúvida é a de exposição pública. A questão é: Como acessar o que SOU, portanto minha NATURALIDADE, nas situações de exposição pública, se ao longo dos dias, meses ou anos estou me deixando à beira do caminho em prol do TER??

Desprendendo-se da aprovação e desaprovação!

Eu e você sabemos muito bem como funciona isto não é mesmo?! As pessoas ficam atônitas só de pensar em se apresentar para uma grande platéia e fazer feio. Em realizar uma reunião de negócios com um grande cliente e não convencê-lo. E por que isso acontece?! Qual a origem desses receios e medos sobre nossa exposição?! Eles surgem em virtude de estarmos mais preocupados com os outros do que com nós mesmos. Em outras palavras o que achamos que temos que fazer ou dizer para agradar Fulano

ou Siclano. Em decorrência a isso, se por ventura em alguma apresentação ou reunião que façamos houver alguém bocejando, logo acharemos que nossa performance está baixa. Mas não imaginamos que o pobre coitado que boceja passou a noite em claro por monitorar a febre de sua filha recém nascida. Em outras palavras ficamos tão preocupados com a aprovação e desaprovação dos outros que nos tornamos seus reféns deixando de pensar por nós mesmos. E como para performar é necessário antes perceber e perceber consiste em saber como estou em relação ao que desejo, o que preciso para melhorar e de que forma posso fazer isso, logo percebemos que necessitamos de um instrumento potencializador de nossa percepção para conquistar a oratória de alta performance. E o teatro para desenvolvimento pessoal é mestre em fazer perceber, pois coloca os participantes para vivenciar situações problemas acerca de sua comunicação. Quando estas situações são resolvidas tendo como maior instrumento o EU CRIADOR de cada participante, geram experiência pessoal e instalam estados emocionais fortalecedores desejados nas apresentações como: confiança, segurança, tranquilidade etc.

Isso só é possível porque a comunicação é uma habilidade, ou seja, uma capacidade adquirida, como o inglês, por exemplo. Assim como qualquer um pode falar inglês, todos podem adquirir uma oratória de alta performance pois trata-se de uma habilidade e não de um dom. Resumindo meu caro leitor, só depende de você falar inglês fluentemente e ter uma oratória excelente! A questao é: Está disposto a fazer sua parte?!

Satisfações teatrais!

Escola EIT

Leonardo Calixto