Welcome! Bem vindos a mais uma edição do Networking Club. Confira nesta edição:
Have a pleasant reading!
Aproximadamente 70% das empresas praticam o Marketing 1.0, baseado no produto, 25% praticam o Marketing 2.0, as quais passaram a conhecer melhor e a valorizar os seus clientes e elaboram um banco de dados sobre as preferências dos mesmos. Já o Marketing 3.0, praticado por 5% das empresas as quais estão preocupadas com a poluição, a sustentabilidade e a pobreza, focam na geração de valor ao cliente.
As empresas estão investindo cada vez menos em marketing e exigindo um ROI ”M”, o “Retorno sobre o Investimento em Marketing”, o que faz com que os “Marketeiros”, antes preocupados somente com a criação de campanhas e alternativas que promovessem os produtos e gerassem as vendas, hoje em dia devem que estar mais atentos às questões financeiras e se preocupar com o retorno sobre o que é investido em Marketing.
Uma pesquisa feita recentemente nos Estados Unidos apresentada pelo professor Philip Kotler em sua palestra à ExpoManagement no dia 09 de novembro de 2010 apontou as empresas que os americanos mais amam, empresas das quais se sumissem do mapa de repente eles sentiriam muita falta. A lista era composta por 25 empresas, algumas delas bastante conhecidas por nós aqui no Brasil, mas o que mais chamou a atenção é que eram nada mais nada menos do que as mais rentáveis dos Estados Unidos e não eram as que mais investiam em campanhas de Marketing.
Uma coincidência? No mínimo bastante curioso, um elemento gerador de significativa reflexão.
O Marketing deverá ser reinventado, o futuro é o mesmo estar dividido em dois departamentos: os que promovem as vendas atuais, ou seja, vivenciam o presente e os que pensam no futuro, o que será e como será a empresa daqui a três ou quatro anos comentava o número 1 do Marketing mundial, Prof. Kotler, em sua exposição à HSM.
As empresas que amamos, consciente ou inconscientemente, apresentam total ou parcialmente os itens relacionados a seguir:
“Não haverá empresas ruins no futuro”
Aquelas que vendem e não entregam o que prometeram, que simplesmente viram as costas para seus clientes, estas deixarão de existir. A busca será pela entrega do valor de verdade.
A Alemanha produz essencialmente vinhos brancos que conservam frescor e elegância durante anos. É o caso dos vinhos feitos com a variedade Riesling. As primeiras videiras foram plantadas nas regiões do Reno e do Mosel pelos romanos. A variedade Riesling Renano, originária do Rio Reno, é mais difundida no mundo, com cachos e bagas pequenos. O vinho é de alta qualidade, agradável, de bom equilíbrio açúcar/acidez e muito aromático. Os principais descritores aromáticos são flores brancas e frutas citros, pêssego, damasco, maracujá, abacaxi, além de mel e minerais. Uma outra variedade é a Riesling Itálico, sendo esta mais cultivada no Brasil e dá origem a vinhos leves e para consumo rápido. A Alemanha é o principal país produtor de vinhos à base de Riesling, onde a uva consegue se expressar maravilhosamente como em nenhum outro lugar do planeta.
A Riesling é uma uva temperamental e exigente. Prefere as escarpas com muitos pedriscos, ou solos com calcário. Além disso,
custa a amadurecer, o que é um desafio num país de clima frio.
A tradicional vinícola Dr. Deinhard, localizada em Deisdesheim, na região do Palatinado, elabora Rieslings clássicos, com destaque para o Foster Ungeheuer de qualidade excepcional (aroma predominante de maracujá) e boa relação de custo. Nesta mesma região, encontra-se a vinícola Rings, formada em 2000 e aposta num conceito de vinhos modernos, extremamente secos. A talentosa dupla de jovens enólogos (irmãos) elaborou o excelente Riesling Weilberg 2009, vinho top da vinícola. Infelizmente estes vinhos não estão disponíveis no Brasil.
Dica do mês:
Fritz Haag Juffer Kabinett 2007
R$ 98,00 (Grand Cru)
Grande produtor alemão com vinhedos na região de Brauneberg, no Mosel, produziu este belo exemplar de Riesling, leve e frutado.
Todos os anos, a Endeavor Brasil convida o mercado a engajar-se em um movimento mundial cujo objetivo é "desenvolver ações que promovam o empreendedorismo no Brasil, via Semana Global de Empreendedorismo, e que possam mobilizar, informar, inspirar e disseminar o tema para a sociedade.”
Em parceria com o Wall Street Institute, o Projeto Instigar realizou um workshop utilizando a psicanálise como alicerce para discutir os diversos aspectos psíquicos envolvidos em empreendedorismo.
Porém, muito mais interessante do que traçar um perfil genérico sobre empreendedores, o objetivo foi instigar os participantes para que se apropriassem dos seus recursos e ferramentais internos para empreenderem não apenas o seu plano de negócio, mas principalmente a sua própria vida. Leia neste artigo alguns aspectos psíquicos envolvidos.
A primeira reflexão está relacionada à capacidade de entrar em contato com o próprio desejo, fugindo das demandas impostas pelo mercado, grupos familiares e sociais em que está inserido. O mercado inteiro pode ser constantemente pressionado a decolar em aviões super sônicos, mas talvez você deseje decolar em um balão de ar quente, e navegar ao sabor do vento...
A segunda reflexão está relacionada à capacidade de fazer uma importante distinção entre desejos e ilusões, compreendendo até que ponto ambos estão sob a influência de idealizações e mitos. Você realmente deseja "algo" ou está se iludindo, acreditando que quando conseguir atingir este "algo" estará finalmente livre das diversas pressões às quais está submetido hoje em dia? E até que ponto o seu desejo está ancorado em ingênuas idealizações?
Digamos que o seu desejo realmente esteja no sentido contrário do senso comum e que você deseje decolar em um balão de ar quente. A reflexão seguinte é: qual é a sua capacidade de sustentar o seu desejo? Lembre-se que sempre há custos (emocionais!) envolvidos em sustentar o próprio desejo, usualmente relacionados à importância e ao peso do olhar do outro: como é a sua capacidade de receber críticas, sem se deixar afetar por isto? Os critérios e referências que você usa são internos, externos ou um equilíbrio saudável entre ambos?
Talvez o aspecto psíquico mais essencial relacionado ao empreendedorismo seja a capacidade de tolerar frustrações ou, se emprestarmos o termo da física, resiliência: “Propriedade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora duma deformação elástica”. Sob o ponto de vista psicanalítico, não estamos falando somente sobre como se recuperar de uma frustração, mas sim como efetivamente aprender com esta experiência, transformando a forma de se lidar com novas situações frustrantes que virão no decorrer da vida. É a partir desta capacidade de transformação que torna-se possível estabelecer um processo de pensamento criativo.
Transformar desejos e sonhos em planos exige não apenas esforço e trabalho intelectual e financeiro, mas também investimento emocional para lidar de forma saudável com as diferentes adversidades inerentes ao processo de empreender.
Independente se VOCÊ deseja decolar em um avião super sônico ou em um balão de ar quente, lembre-se de que navegar é preciso!
Este artigo fala da importância de mantermos e ampliarmos a nossa rede de contatos de forma constante e da oportunidade de aproveitarmos agora as festas de final de ano para isto.
A competência de ter uma boa rede de relacionamentos é um dos 06 pilares de nosso Marketing Pessoal (imagem, rede de relacionamento, competências, resultados, habilidade política e comunicação).
Muitas vezes, absorvidos pelo dia a dia de trabalho, deixamos de lado os cuidados que devemos ter com a nossa rede ou, em outros casos, construímos e mantemos somente relacionamentos dentro da empresa e esquecemos do mundo lá fora.
Pessoas bem relacionadas acabam tendo um grande diferencial no mundo corporativo, porque suas relações e parcerias acabam facilitando o seu trabalho e muitas vezes otimizando os seus resultados.
Segundo Edgar Schein, uma das 03 principais competências de um gestor é a construção de relacionamentos, além da capacidade snalítica e o equilíbrio emocional. Através de sua rede de contatos é que o gestor terá pessoas que possam ajudá-lo na resolução de problemas, estas pessoas serão as facilitadoras e muitas vezes executoras de seu trabalho.
E você cuida de sua rede? Quantos dias da semana você separa para fazer networking?
Certa vez, almoçando com o presidente de uma grande empresa alemã de bens de consumo, o mesmo comentou que no mínimo 1 vez por semana dedicava uma hora de almoço para fazer Networking, buscando ampliar e manter os seus relacionamentos.
Agora, se um presidente de empresa consegue tirar um dia da semana para isto, será que nós não conseguimos organizar nosso tempo para pelo menos 02 vezes por semana cuidar de nossa rede de contatos?
Como você anda cuidando da sua rede?
Não a deixe de lado! Dê mais atenção à ela. Uma boa rede é muito importante para sua vida pessoal e, acima de tudo, profissional.
Agora sente e faça um cartão de final de ano bem bonito! Depois faça uma lista com vários grupos de pessoas, aquelas que deseja retomar contato e aquelas que deseja manter contato. Pronto! Agora encaminhe o cartão e... não espere o final do ano que vem para retomar o contato. OK? Aproveite que você já foi lembrado e em seguida ligue para marcar um contato pessoal.
Facebook, Linkedin, Twitter são ótimas ferramentas de networking virtual, mas nada melhor do que o contato ao vivo e a cores, ainda não há substituto para isto. Não deixe de estar pessoalmente com cada um de sua lista.
Bons contatos!
O que há em comum entre a padaria do seu bairro e o balcão do bar do seriado "Cheers"? Ok, nem todo mundo vai lembrar deste seriado, mas foi muito popular na década de 80. Era um local muito agradável onde os fregueses passavam horas papeando, era um lugar “descolado”, como dizem.
Pense em um bar ou restaurante que você frequenta. O que há em comum com este bar e a padaria da esquina, do qual você também é frequentador assíduo? Clientes sendo bem atendidos. Estamos falando de ações que agradam o cliente, frequentador, usuário, freguês... - pode escolher o nome. Porque o relacionamento com cliente não é uma coisa nova, mas o conceito de atendimento personalizado é antigo e é aplicado há muito tempo na padaria do seu bairro ou no bar que você frequenta... ou não?
Frequento uma padaria no bairro onde moro onde meu café com leite (escuro) e meu pão (na chapa com pouca manteiga) vem à mesa sem que eu precise pedir. É só entrar, dizer "bom dia" e o serviço tem início. Muito prático e bastante cômodo. Todo mundo gosta de um lugar onde as pessoas nos conheçam.
Se você frequenta uma loja, site, livraria ou utiliza constantemente os serviços da mesma companhia aérea e sempre te perguntam as mesmas coisas, há algo errado. Significa que seus dados estão lá apenas para atender a questões administrativas ou para efeito de estatísticas.
Até pouco tempo atrás, informações quantitativas eram os índices mais importantes do
negócio: Quantos compraram? Quantos deixaram de comprar? Quantos pagaram? etc. Agora, as questões são outras: Quem comprou? O que ele comprou? Do que ele precisa? Como podemos desenvolver produtos atraentes para este consumidor? Por que ele entrou no site? Em que ponto ele abandonou o carrinho de compras? Por que ele abandonou o carrinho de compras? Seria o preço do frete? Ou o prazo de entrega? Questões mais pertinentes, mais ligadas à percepção individual do consumidor.
O fato é que as empresas perceberam que é preciso personalizar o atendimento - principalmente no ambiente Web - e aí a tecnologia vem para dar suporte a esta necessidade. Regis McKenna, renomada autoridade nos conceitos do novo marketing, lembra que é preciso "desmassificar os mercados, fragmentar o público e aumentar a individualidade" - ou seja, estamos falando da efetiva administração do relacionamento com o consumidor, que forma sua percepção com base no acesso, na experiência interativa, na resposta do sistema e contando com uma interface acessível e inteligente.
Como diria o próprio McKenna, "a verdade é que quando os consumidores experimentam a conveniência e a velocidade do auto-serviço, não querem outra coisa". O que você está oferecendo para seu cliente que faça com que ele se sinta bem-vindo, sempre?
Uma das primeiras coisas que aprendemos em inglês são os números. Quem já não viu uma criancinha falar, sob os olhares curiosos e orgulhosos da família, o famoso one, two, three? E na escola, a primeira música sempre é o One little, two little, three little indians...
Mas o tempo passa para todos e hoje não podemos mais nos dar o luxo de sermos tão simples na nossa comunicação. E se estamos falando de business, os números representam telefones, balanços, informações que causam impacto no dia à dia das empresas. Imagine se você, como secretária, passar qualquer um destes números errado para seu chefe ou algum contato?
Um erro que as pessoas normalmente cometem é confundir a pronúncia do teen com o ty. Não há fórmula mágica, só uma dica bem fácil que sempre dou aos alunos que estão nessa fase: de 13 a 19 somos teenagers, justamente porque temos thirteen, fourteen, etc years old! Assim não tem como esquecer que 13 é thirteen e 30 é thirty. Aprender por associação sempre fica mais fácil.
Seguem algumas dicas que facilitarão seu dia à dia, numa coisa que parece tão simples, mas que pode não ser tão simples assim:
Surpreendido com quantos detalhes temos quando falamos de um assunto que parece tão simples e absoluto como números? Já que estamos nesse assunto, terminamos com uma expressão dentro desta área: Há muito mais a ser visto e estudado sobre números, este artigo é só uma “ballpark figure”!*
* Ballpark figure significa uma estimativa, um número estimado como por exemplo na frase “I don't need an exact number. A ballpark figure will do.”
É mais difícil mudar a cultura de uma organização que já existe do que criar uma cultura em uma organização nova. Quando uma cultura organizacional já está estabelecida, as pessoas precisam desaprender os valores, as premissas e os comportamentos antigos antes que elas possam aprender os novos. Os dois elementos mais importantes para gerar uma mudança cultural são: apoio executivo e treinamento.
Iniciativas adicionais
para mudar a cultura organizacional
Outros importantes elementos para mudar a cultura de uma empresa são:
Você pode - e deve - mudar sua cultura organizacional para que esta apoie a conquista das metas empresariais. Porém, não se iluda: mudar a cultura demanda tempo, comprometimento, planejamento e uma execução apropriada. Mas, sem dúvida, pode ser feito. Basta estar consciente daquilo que se quer e, ao final, você terá uma sólida vantagem competitiva. E isso não tem preço.